Desenhar primeiro a porta de entrada dos sistemas, e só depois as telas.
Assim, catálogo, estoque e pedido ficam disponíveis para qualquer canal, para parceiros e também para assistentes de IA. É pré-requisito prático para separar vitrine e retaguarda.
Também: API first, desenvolvimento orientado a API
Bastidor que entrega catálogo, preço e estoque em formato que máquina lê.
Em vez de prender a informação na tela, ele publica dado padronizado por uma porta de entrada. É a base da visibilidade em busca por IA e da participação em compras feitas por assistentes.
Também: machine-readable backend, backend interpretável por máquina
Montar a loja com peças independentes, trocando uma sem refazer o resto.
Busca, recomendação, pagamento e gestão de pedidos vêm de fornecedores diferentes, ligados por portas de entrada. Isso facilita expor dado organizado para assistentes de compra.
Também: comércio composável, comércio componível
Processar perto do cliente, em servidores espalhados, para a página abrir rápido.
Acelera vitrine, busca e personalização, o que melhora a experiência e o desempenho medido pelos buscadores. Página rápida e estável também favorece o rastreamento e a citação por IA.
Também: computação de borda, computação na borda
Referência: pt.wikipedia.org/wiki/Computa%C3%A7%C3%A3o_de_borda
O canal por onde um sistema avisa os outros que algo aconteceu.
Pedido pago, estoque baixo ou preço novo viram avisos que cada sistema consome quando quiser, sem chamada direta. É o que sustenta vitrine atualizada e reposição preditiva.
Também: barramento de eventos, message bus, arquitetura orientada a eventos
Um jeito de a tela pedir ao sistema exatamente os dados de que precisa.
Numa única consulta, o aplicativo recebe só os campos que vai mostrar, o que reduz chamadas e tráfego. Ajuda vitrines separadas da retaguarda e integrações que precisam de dado específico de catálogo e preço.
Também: API GraphQL
Referência: pt.wikipedia.org/wiki/GraphQL
Separar a vitrine da retaguarda, ligando as duas por uma porta de entrada.
O mesmo motor de catálogo, preço e caixa serve site, aplicativo, totem, marketplace e assistentes de IA. Isso dá liberdade de design e deixa o bastidor legível por máquina.
Também: comércio headless, comércio sem cabeça
Quatro princípios de arquitetura: peças pequenas, portas de entrada, nuvem e vitrine separada.
Em vez de um sistema único e fechado, a loja monta capacidades trocáveis, como busca, carrinho e pagamento. Isso acelera a adaptação e facilita expor dado a novos canais.
Também: arquitetura MACH, MACH Alliance
Dividir o sistema em serviços pequenos, cada um com uma função e vida própria.
Catálogo, carrinho, pagamento e busca evoluem e escalam separados, o que dá resiliência ao custo de mais complexidade. Facilita expor capacidade a canais, parceiros e assistentes de IA.
Também: microservices, arquitetura de microsserviços
Referência: pt.wikipedia.org/wiki/Microsservi%C3%A7o
Conseguir enxergar o que acontece dentro do sistema pelos sinais que ele emite.
Métrica, registro e rastreamento mostram gargalo no carrinho, falha de pagamento ou busca lenta antes que a venda caia. Em operação distribuída, é o que sustenta confiança no dado.
Também: observability
O jeito mais comum de dois sistemas conversarem pela internet.
Produtos, pedidos e clientes viram endereços que outro sistema consulta ou altera com comandos padronizados. Documentada, essa porta deixa catálogo e caixa acessíveis a parceiros e a assistentes de IA.
Também: RESTful, API REST
Referência: pt.wikipedia.org/wiki/REST