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Glossário · E-commerce e GEO

Glossário de e-commerce e GEO: 54 termos definidos

Atualizado em 16 de junho de 2026 · termos de operação, fiscal, pagamentos, integração, tecnologia, compras por assistente de IA e visibilidade em buscas.

Este glossário explica, em linguagem de loja, 54 termos que aparecem quando você vende pela internet. Vão da NFC-e e do estoque único até o catálogo lido por assistentes de IA. Cada verbete traz uma definição curta e um parágrafo com o que muda na sua operação. Use a busca ou o filtro por área.

Estante estilizada com blocos de vocabulário empilhados em ordem, cada um de uma cor, e uma mão apontando para um deles
Cinquenta e quatro termos organizados por família: fiscal, pagamentos, logística, dados e camada agêntica.

As sete áreas que este glossário cobre

OperaçãoSaldo único, OMS, WMS e omnichannel.
FiscalNF-e, NFC-e, CBS, IBS e split payment.
PagamentosConciliação, antifraude, tokenização e Pix.
IntegraçãoHub, APIs, feeds, PIM e marketplaces.
ArquiteturaMACH, headless, API-first, microsserviços e event bus.
Comércio agênticoMCP, UCP, ACP, AP2 e agentes de compra.
GEOAnswer capsule, citabilidade, schema.org e llms.txt.

Termos definidos por área

Fiscal e tributário: 9 termos9 termos1Pedidos e logística: 7 termos7 termos2Pagamentos e conciliação: 4 termos4 termos3Sistemas da loja e integração: 7 termos7 termos4Arquitetura e plataforma: 11 termos11 termos5Dados e analytics: 5 termos5 termos6
  1. Fiscal e tributário9 termos
  2. Pedidos e logística7 termos
  3. Pagamentos e conciliação4 termos
  4. Sistemas da loja e integração7 termos
  5. Arquitetura e plataforma11 termos
  6. Dados e analytics5 termos
Fonte: Glossário Brasil GEO, 54 termos

Nenhum termo corresponde à busca. Limpe o filtro para ver todos.

Fiscal e tributário 9

A Reforma Tributária em cinco peças

CBSTributo federal que consolida PIS e Cofins no modelo de IVA dual.
IBSCompetência de estados e municípios; substitui ICMS e ISS e incide no destino.
Tributo seletivoFederal, sobre bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.
Split paymentParcela do tributo segregada e recolhida no instante do pagamento.
NT 2025.002Leiaute dos documentos fiscais com os campos de IBS, CBS e tributo seletivo.

CBS

Novo imposto federal da reforma tributária, no lugar de PIS e Cofins.

A CBS é cobrada sobre o consumo e convive com o IBS durante a transição. Os campos dela passam a constar na nota fiscal, o que exige adequação do sistema de emissão.

Também: Contribuição sobre Bens e Serviços

Certificado digital A1

Arquivo instalado no servidor que assina as suas notas fiscais eletrônicas.

Vale cerca de um ano e dispensa token ou cartão físico. Por ficar no servidor, permite emitir nota em grande volume sem ninguém apertar botão, formato preferido por loja online e frente de caixa.

Também: A1, certificado A1

Referência: pt.wikipedia.org/wiki/Certificado_digital

CF-e-SAT

O cupom fiscal emitido pelo aparelho SAT, usado na loja física de São Paulo.

São Paulo proibiu a emissão de novos cupons por esse aparelho desde 1º de janeiro de 2026, com migração para a NFC-e. Quem dependia do SAT precisa adequar o caixa e a integração fiscal.

Também: SAT, CF-e, Cupom Fiscal Eletrônico SAT

IBS

Novo imposto de estados e municípios, no lugar do ICMS e do ISS.

Forma com a CBS o imposto sobre consumo da reforma e é cobrado no destino da venda. Isso muda o cálculo no varejo e exige atualizar a plataforma de operação.

Também: Imposto sobre Bens e Serviços

Qual documento fiscal emitir

  • Sea venda é presencial ao consumidor final
    entãoNFC-e (modelo 65), com DANFE simplificado e QR Code
  • Sea operação é B2B, venda a distância ou transferência entre filiais
    entãoNF-e (modelo 55), autorizada antes da circulação
  • Sea loja em São Paulo ainda emitia CF-e-SAT
    entãomigrar para a NFC-e: novos CF-e-SAT vedados desde 1º/01/2026
  • Sea emissão é automatizada e em alto volume
    entãocertificado digital A1 instalado no servidor

NF-e (modelo 55)

A nota fiscal eletrônica de sempre, usada em venda a distância e transferência de mercadoria.

A Secretaria da Fazenda autoriza a nota antes de a mercadoria sair e viaja com o DANFE impresso. Cada pedido faturado gera uma, ligada ao transporte, então o sistema de gestão e a transportadora precisam conversar.

Também: modelo 55, Nota Fiscal Eletrônica

Referência: pt.wikipedia.org/wiki/Nota_fiscal_eletr%C3%B4nica

NFC-e (modelo 65)

A nota do consumidor na loja física, que substituiu o cupom fiscal antigo.

É transmitida na hora à Secretaria da Fazenda e sai em papel simplificado com QR Code. Emitir NFC-e exige o caixa ligado ao sistema de gestão.

Também: modelo 65, Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica

NT 2025.002

A regra técnica que abre espaço na nota fiscal para os impostos novos.

Ela define os campos de IBS, CBS e tributo seletivo e as validações que todo emissor precisa seguir no período de transição. Na prática, significa atualizar o sistema e testar a emissão antes do prazo.

Também: Nota Técnica 2025.002, NT 2025/002

Datas que o glossário registra

  1. 1999Onclick fundada em Marília-SPHoje parte do grupo Nuvini.
  2. nov/2024MCPPadrão aberto introduzido pela Anthropic.
  3. 2025NT 2025.002Leiaute dos documentos fiscais para IBS, CBS e tributo seletivo.
  4. 1º/01/2026Fim de novos CF-e-SAT em São PauloMigração das operações para a NFC-e.

Split payment

O imposto separado e recolhido na hora em que o cliente paga.

Vale para IBS e CBS e liga o meio de pagamento ao fisco. Para a loja, o dinheiro passa a chegar líquido, o que exige conciliação com a adquirente.

Também: pagamento dividido, recolhimento na liquidação

Tributo seletivo

Imposto federal extra sobre produtos que fazem mal à saúde ou ao meio ambiente.

Ele se soma ao IBS e à CBS em itens específicos. Quem vende esses produtos precisa identificar o item certo no cadastro e calcular a parte adicional na nota.

Também: imposto seletivo, IS

Pedidos e logística 7

A espinha dorsal logística

  1. 1
    CanaisSite, marketplaces e lojas físicas geram pedidos e reservam estoque.
  2. 2
    OMSRecebe os pedidos, reserva estoque, roteia o fulfillment e acompanha até a entrega.
  3. 3
    Saldo únicoVisão consolidada de todos os depósitos e lojas, disponível a todos os canais.
  4. 4
    WMS e TMSArmazém (recebimento, separação, expedição) e transporte (rotas, frete, rastreio).
  5. 5
    ERPReflete movimentações, faturamento e documentos fiscais.

BOPIS

Comprar pelo site e retirar na loja física.

A sigla vem do inglês. O cliente economiza frete e espera, e a loja ganha visita presencial, desde que o estoque seja confiável e o caixa esteja integrado ao pedido.

Também: Buy Online Pick-up In Store, clique e retire, retira na loja

OMS

O sistema que organiza os pedidos de todos os canais até a entrega.

Ele recebe a venda do site, do marketplace e da loja, reserva estoque e decide de onde cada pedido sai. Conversa com o sistema de gestão, o do armazém e o de vendas.

Também: Order Management System, gestão de pedidos

Saldo único (estoque unificado)

Um só número de estoque, somando depósitos e lojas, para todos os canais.

Evita falta e venda em duplicidade da mesma peça, porque site, marketplace e caixa reservam a mesma posição em tempo real. Depende de integração entre os sistemas.

Também: estoque unificado, estoque único, saldo unificado

Como BOPIS e ship from store acontecem

  1. Compra no canal digitalSite ou marketplace reserva a posição de estoque em tempo real.
  2. Saldo único mostra a lojaTodos os depósitos e lojas em uma visão só, sem venda duplicada.
  3. OMS roteia o pedidoDecide de qual estoque ou loja o pedido será atendido.
  4. A loja executaRetirada pelo cliente (BOPIS) ou separação e envio pelo PDV (ship from store).

Ship from store

Despachar o pedido do site a partir do estoque da loja física.

Cada loja vira um mini centro de distribuição, o que encurta prazo, reduz frete e gira o que estava parado. Depende de estoque único e de regra de roteamento no sistema de pedidos.

Também: envio a partir da loja, loja como CD

TMS

O sistema que cuida do transporte: cotação, contratação e rastreio da entrega.

Ele planeja rota, contrata transportadora, gera o documento de frete e mostra onde está a encomenda. Liga-se ao sistema de pedidos e ao de gestão para casar nota fiscal e status da entrega.

Também: Transportation Management System, gestão de transporte

Referência: en.wikipedia.org/wiki/Transportation_management_system

WMS

O sistema do armazém: recebimento, endereço na prateleira, separação e expedição.

Ele garante que o estoque contado bata com o real e acelera a separação do pedido, reduzindo envio errado. Recebe os pedidos e devolve cada movimentação ao sistema de gestão.

Também: Warehouse Management System, gestão de armazém

Referência: en.wikipedia.org/wiki/Warehouse_management_system

Pagamentos e conciliação 4

Da venda com cartão ao caixa conferido

  1. 1
    Venda com cartãoO cliente paga no crédito ou no débito.
  2. 2
    MDR descontadoA adquirente retém a taxa que remunera captura, bandeira e emissor do cartão.
  3. 3
    RepasseValores líquidos, antecipações e datas de liquidação chegam ao lojista.
  4. 4
    ChargebackContestação do portador pode reverter o valor e debitá-lo do lojista.
  5. 5
    ConciliaçãoConfronta vendas, taxas, estornos e repasses, e evita perdas silenciosas.

Chargeback

Quando o cliente contesta a compra no cartão e o valor volta para ele.

Acontece por fraude, produto não recebido ou divergência, e o dinheiro sai da conta da loja. Defender-se exige prevenção a fraude, comprovante de entrega e conferência dos estornos.

Também: estorno, contestação de cartão

Referência: pt.wikipedia.org/wiki/Chargeback

Conciliação de recebíveis

Conferir se o dinheiro das vendas caiu certo, já com taxas e estornos.

Você compara as vendas com o que a maquininha repassou, olhando taxa, antecipação, estorno e data. Em loja com vários meios de pagamento, é o que evita perda silenciosa no caixa.

Também: conciliação financeira, conciliação de cartões

Pix Automático

A versão do Pix que cobra sozinha, com autorização dada uma vez pelo cliente.

Serve para mensalidade, assinatura e parcela de crediário, e reduz o atraso por esquecimento. Exige tratar autorização, cobrança que falha e conciliação junto à gestão de pedidos.

Também: Pix recorrente

Referência: pt.wikipedia.org/wiki/Pix

Sistemas da loja e integração 7

APIECOMM

A camada da Onclick que liga o sistema da loja aos marketplaces e à loja virtual.

Ela sincroniza catálogo, preço, estoque e pedidos entre os canais, para o lojista operar vários pontos de venda a partir de uma base só. Faz parte do portfólio da Onclick, de Marília (SP).

Também: API Ecomm, integração APIECOMM

Feed de produtos

O arquivo com os dados dos seus produtos que alimenta canais e anúncios.

Traz título, descrição, preço, disponibilidade, foto e códigos, e a qualidade dele decide se o produto aparece. Ele nasce do catálogo único e se mantém em dia por integração de catálogo.

Também: catálogo de produtos, feed XML de produtos

KPL

Linha da Onclick para varejo especializado, forte em joalheria e moda.

Junta retaguarda e frente de caixa com controle de estoque, venda e a conformidade fiscal de NF-e e NFC-e. Integra o portfólio da Onclick, do grupo Nuvini.

Também: KPL Onclick

Marketplace

A plataforma que reúne vários vendedores no mesmo lugar, como um shopping online.

Dá alcance grande e cobra sincronia: catálogo, preço, estoque e pedido precisam bater com a sua operação para evitar falta e divergência.

Também: mercado digital, marketplace online

Referência: pt.wikipedia.org/wiki/Marketplace

PDV Web

A frente de caixa que roda no navegador, sem programa instalado em cada máquina.

Registra a venda presencial, integra o pagamento e emite a NFC-e. Ligada ao estoque único e ao sistema de gestão, sustenta retirada na loja e envio a partir da loja.

Também: frente de caixa web, ponto de venda web

PIM

O sistema que guarda a ficha de cada produto e a distribui igual para todos os canais.

Ele centraliza descrição, atributo, foto e categoria, para o mesmo produto aparecer certo em todo lugar. Conversa com o sistema de gestão e com as integrações de catálogo.

Também: Product Information Management, gestão de informações de produto

Referência: en.wikipedia.org/wiki/Product_information_management

Arquitetura e plataforma 11

Da vitrine ao backend legível por máquina

  1. 1
    Frontends e consumidoresSite, aplicativo, totem, marketplace e agentes de IA.
  2. 2
    APIsREST e GraphQL, projetadas antes da implementação (API-first).
  3. 3
    Blocos de negócioComposable e MACH: catálogo, carrinho, busca e pagamento substituíveis.
  4. 4
    Microsserviços e event busServiços autônomos que publicam e consomem eventos sem acoplamento.
  5. 5
    Observabilidade e edgeMétricas, logs e traces; processamento perto do usuário.

API-first

Desenhar primeiro a porta de entrada dos sistemas, e só depois as telas.

Assim, catálogo, estoque e pedido ficam disponíveis para qualquer canal, para parceiros e também para assistentes de IA. É pré-requisito prático para separar vitrine e retaguarda.

Também: API first, desenvolvimento orientado a API

Backend legível por máquina

Bastidor que entrega catálogo, preço e estoque em formato que máquina lê.

Em vez de prender a informação na tela, ele publica dado padronizado por uma porta de entrada. É a base da visibilidade em busca por IA e da participação em compras feitas por assistentes.

Também: machine-readable backend, backend interpretável por máquina

Composable commerce

Montar a loja com peças independentes, trocando uma sem refazer o resto.

Busca, recomendação, pagamento e gestão de pedidos vêm de fornecedores diferentes, ligados por portas de entrada. Isso facilita expor dado organizado para assistentes de compra.

Também: comércio composável, comércio componível

Edge computing

Processar perto do cliente, em servidores espalhados, para a página abrir rápido.

Acelera vitrine, busca e personalização, o que melhora a experiência e o desempenho medido pelos buscadores. Página rápida e estável também favorece o rastreamento e a citação por IA.

Também: computação de borda, computação na borda

Referência: pt.wikipedia.org/wiki/Computa%C3%A7%C3%A3o_de_borda

Suíte monolítica e arquitetura composable

Suíte monolítica

  • Capacidades presas a um sistema único
  • Trocar uma peça exige reescrever o todo
  • Dados de produto presos a interfaces visuais
  • Máquinas dependem de raspagem frágil

Composable e MACH

  • Catálogo, carrinho, busca e pagamento independentes
  • Peças substituídas sem refazer o sistema
  • Dados expostos via APIs para canais novos, IA generativa e agentes
  • Custo: mais complexidade operacional e necessidade de observabilidade

Event bus (barramento de eventos)

O canal por onde um sistema avisa os outros que algo aconteceu.

Pedido pago, estoque baixo ou preço novo viram avisos que cada sistema consome quando quiser, sem chamada direta. É o que sustenta vitrine atualizada e reposição preditiva.

Também: barramento de eventos, message bus, arquitetura orientada a eventos

GraphQL

Um jeito de a tela pedir ao sistema exatamente os dados de que precisa.

Numa única consulta, o aplicativo recebe só os campos que vai mostrar, o que reduz chamadas e tráfego. Ajuda vitrines separadas da retaguarda e integrações que precisam de dado específico de catálogo e preço.

Também: API GraphQL

Referência: pt.wikipedia.org/wiki/GraphQL

Headless commerce

Separar a vitrine da retaguarda, ligando as duas por uma porta de entrada.

O mesmo motor de catálogo, preço e caixa serve site, aplicativo, totem, marketplace e assistentes de IA. Isso dá liberdade de design e deixa o bastidor legível por máquina.

Também: comércio headless, comércio sem cabeça

MACH

Quatro princípios de arquitetura: peças pequenas, portas de entrada, nuvem e vitrine separada.

Em vez de um sistema único e fechado, a loja monta capacidades trocáveis, como busca, carrinho e pagamento. Isso acelera a adaptação e facilita expor dado a novos canais.

Também: arquitetura MACH, MACH Alliance

Microsserviços

Dividir o sistema em serviços pequenos, cada um com uma função e vida própria.

Catálogo, carrinho, pagamento e busca evoluem e escalam separados, o que dá resiliência ao custo de mais complexidade. Facilita expor capacidade a canais, parceiros e assistentes de IA.

Também: microservices, arquitetura de microsserviços

Referência: pt.wikipedia.org/wiki/Microsservi%C3%A7o

Observabilidade

Conseguir enxergar o que acontece dentro do sistema pelos sinais que ele emite.

Métrica, registro e rastreamento mostram gargalo no carrinho, falha de pagamento ou busca lenta antes que a venda caia. Em operação distribuída, é o que sustenta confiança no dado.

Também: observability

REST

O jeito mais comum de dois sistemas conversarem pela internet.

Produtos, pedidos e clientes viram endereços que outro sistema consulta ou altera com comandos padronizados. Documentada, essa porta deixa catálogo e caixa acessíveis a parceiros e a assistentes de IA.

Também: RESTful, API REST

Referência: pt.wikipedia.org/wiki/REST

Dados e analytics 5

Do dado bruto à reposição preditiva

  1. 1
    ColetaData platform ingere vendas, estoque, navegação e dados de marketing.
  2. 2
    ArmazenamentoLakehouse guarda dados brutos e responde consultas rápidas.
  3. 3
    PerfisCDP unifica comportamento, transações e interações por cliente.
  4. 4
    ModelosMLOps versiona, treina, implanta e monitora os modelos.
  5. 5
    DecisãoReposição preditiva decide o que, quanto e quando repor; os dados voltam a alimentar o ciclo.

CDP

A base que junta, num perfil só, tudo o que se sabe de cada cliente.

Ela reúne compra, navegação e atendimento de vários canais para segmentar e personalizar campanhas. Perfil bem governado ajuda recomendação e reposição, sempre com consentimento e respeito à privacidade.

Também: Customer Data Platform, plataforma de dados do cliente

Data lakehouse

Um depósito de dados que junta o barato do lago com a ordem do armazém.

Guarda dado bruto e variado a custo baixo e ainda responde consulta rápida com organização. No varejo, serve ao mesmo tempo a relatório de negócio e a treino de modelo de previsão.

Também: lakehouse

Data platform

O conjunto de peças que coleta, guarda e entrega dado confiável para a empresa.

Junta entrada, armazenamento, tratamento e governança para alimentar relatório, automação e personalização. Dado confiável de produto e de cliente é condição para prever demanda e responder a assistentes de IA.

Também: plataforma de dados

MLOps

A disciplina de colocar modelos de previsão para rodar e mantê-los confiáveis.

Cuida de treinar, publicar, monitorar e retreinar o modelo à medida que os dados mudam. No varejo, sustenta recomendação, previsão de demanda, preço e detecção de fraude.

Também: ML Ops, operações de machine learning

Referência: pt.wikipedia.org/wiki/MLOps

Reposição preditiva

Repor estoque com base em previsão, antes de faltar.

Cruza histórico de venda, sazonalidade e tendência para decidir o que, quanto e quando comprar, apoiada numa base de dados organizada. Melhora a disponibilidade e libera capital parado.

Também: reabastecimento preditivo, previsão de reposição

Comércio agêntico e IA 5

Três protocolos, três papéis

MCPAcesso a ferramentas e dados: catálogo, estoque e pedidos expostos ao agente de forma controlada.
ACPTransação: descoberta de produto, montagem de carrinho e checkout com contratos comuns.
AP2Pagamento: mandatos assináveis com a intenção do usuário e os limites da compra.
Autorização escopadaLimites claros do que o agente pode fazer e gastar, exigência comum aos três.

ACP (Agentic Commerce Protocol)

Padrão aberto para o assistente de IA comprar na loja, do carrinho ao pagamento.

Ele define uma forma comum de o assistente achar produto, montar carrinho e fechar a compra, em vez de integração sob medida (veja o guia dos protocolos). A adoção ainda é inicial e depende de dado verificável.

Também: Agentic Commerce Protocol

Agente de IA

Programa que entende o pedido, planeja e executa tarefas com alguma autonomia.

Ele junta modelo de linguagem, ferramentas e memória para pesquisar produto, comparar preço ou montar carrinho, consumindo dado por portas de entrada e protocolos. Depende de informação confiável e de autorização com limite claro.

Também: AI agent, agente inteligente

Referência: pt.wikipedia.org/wiki/Agente_inteligente

AP2 (Agent Payments Protocol)

Padrão de pagamento feito por assistente, com prova de que o cliente autorizou.

Ele registra a intenção e os limites da compra numa autorização assinável, o que dá à loja prova verificável de pagamento por máquina. A adoção é incipiente e caminha junto com o ACP e o MCP.

Também: Agent Payments Protocol

GEO e visibilidade generativa 6

Como tornar a marca citável

  1. Descreva entidades de forma estruturadaKnowledge graph conecta produtos, marcas, categorias e pessoas em um grafo.
  2. Marque a página em schema.org e JSON-LDProduto, oferta, organização e avaliação legíveis por máquina.
  3. Escreva answer capsulesDefinição clara, dados verificáveis e linguagem objetiva.
  4. Publique o llms.txtAponta páginas-chave de produto, políticas e documentação do site.
  5. Meça sem prometerNenhuma técnica garante citação; o trabalho aumenta a probabilidade de recuperação correta.

Answer capsule

Um parágrafo curto que responde à pergunta inteira, sem depender do resto da página.

Definição clara, dado verificável e linguagem direta aumentam a chance de a resposta ser recuperada e citada por uma IA. Nenhuma técnica garante citação.

Também: cápsula de resposta

GEO (Generative Engine Optimization)

Organizar o conteúdo para o ChatGPT e o Google citarem o seu negócio na resposta.

Trabalha clareza, dado estruturado e autoridade, complementando o SEO tradicional (veja como se mede). No comércio, significa descrever produto e empresa de forma verificável e consistente.

Também: Generative Engine Optimization, otimização para motores generativos

Knowledge graph

Um mapa de coisas e das ligações entre elas, que dá contexto ao dado.

Produto, marca, categoria e pessoa viram pontos ligados entre si, o que melhora busca, recomendação e reconhecimento da sua marca. Descrever a entidade com consistência ajuda a IA a citar sem confundir.

Também: grafo de conhecimento, grafo do conhecimento

Referência: en.wikipedia.org/wiki/Knowledge_graph

llms.txt

Um arquivo na raiz do site que indica às IAs o conteúdo mais importante.

É uma convenção, e não uma regra: pode apontar para páginas de produto e políticas, e nada obriga a IA a lê-lo. Funciona como parte de uma estratégia maior.

Também: arquivo llms.txt

Schema.org / JSON-LD

A marcação escondida na página que explica à máquina o que é cada informação.

O vocabulário schema.org descreve produto, oferta, empresa e avaliação, e o JSON-LD é o formato recomendado para escrevê-lo. Marcar preço e disponibilidade ajuda o buscador a mostrar resultado enriquecido.

Também: schema.org, JSON-LD, dados estruturados schema

Referência: pt.wikipedia.org/wiki/JSON-LD

Structured data

Dado organizado em formato padrão, para a máquina entender sem adivinhar.

Marca o significado de cada elemento da página, como produto, preço e avaliação, quase sempre com schema.org em JSON-LD. Sustenta resultado enriquecido na busca e dá contexto do catálogo às IAs.

Também: dados estruturados, marcação estruturada

Glossário do portal E-commerce Moderno 2026 da Brasil GEO, ligado ao hub Onclick e ao mapa de conteúdo. Curadoria de Alexandre Caramaschi, Founder da Brasil GEO, ex-CMO da Semantix (Nasdaq), cofundador da AI Brasil. Atualizado em 16 de junho de 2026.

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