Trocar de ferramenta sem parar a operação
Contatos migram; automações precisam ser reconstruídas
O inventário cobre fluxos, consentimentos, eventos, autenticação do domínio e horas de trabalho humano.
Este guia compara seis plataformas de automação (mensagem que sai sozinha, no horário certo) e mostra o que sai num arquivo quando você troca de fornecedor. Serve a quem vai migrar a base e precisa de prazo realista. Você sai com o inventário do que se refaz à mão e com a ordem do cronograma.
13 minutos de leitura Revisão em Brasil GEO, responsável editorial
Este artigo em podcast
O texto desta página virou uma aula gerada no NotebookLM a partir da prosa que você lê abaixo, servida nos arquivos originais, sem recompressão. O podcast de 14 min aprofunda a conversa para ouvir no deslocamento. Cada peça tem download, compartilhamento e a transcrição completa para ler e copiar.
Portal Leadlovers 2026 · Trocar de ferramenta sem parar a operação
É, imagina trocar as fechaduras do escritório numa sexta-feira à tarde e, tipo, na segunda-feira de manhã, descobrir que todo o histórico de compras, o relacionamento e o comportamento dos clientes da empresa foram parar no lixo, sabe? Por acidente. Nossa, é um pesadelo total. Pois é, o projeto para trocar de plataforma de e-mail marketing ganha aquela aprovação da diretoria, aí a equipe acha que basta apertar um botão de exportar no sistema antigo e importar no novo, e a operação continua rodando tranquila. A expectativa é sempre essa. Exato.
Mas a dura realidade é que os departamentos de marketing que tomam essa decisão entram num apagão tático que pode durar um semestre inteiro. Então, para nossa análise profunda de hoje, a gente vai mergulhar num artigo bem recente do portal Leadlovers de agosto de 2026, chamado Contatos migraram, automações precisam ser reconstruídas. É um título bem direto, né? Muito. E a nossa missão aqui é traduzir o impacto real de trocar de plataforma de automação de marketing para que gerencie essas pequenas empresas. Porque o choque de realidade na segunda-feira é brutal. É brutal e bem caro.
Aquela falsa premissa de que a nuvem resolve tudo e de que sistemas digitais concorrentes possuem uma linguagem universal. Isso acaba custando meses de produtividade. E essa pesquisa detalhou exatamente esse desastre, comparando o que tenta mudar entre seis gigantes do mercado. E quais são elas? Só pra gente situar. Então, a pesquisa olhou pra Leadlovers, RD Station Marketing, ActiveCampaign, HubSpot, Mailchimp e o Brevo. Legal. E assim, o diagnóstico do que cada uma exporta, ou melhor, do que não exporta, é assustadoramente trabalhoso. Tá.
Antes da gente avançar, só pra deixar claro o termo base aqui, quando a gente fala de automação, estamos falando daquela mensagem que sai sozinha, No horário certo, dependendo da ação do cliente. Isso, exatamente, é o cérebro da operação. Ok, vamos desempacotar isso. Porque o que mais impressiona nesse levantamento é a ilusão da exportação. É uma falsa sensação de segurança. A base de contatos com nome, e-mail, telefone, isso sai fácil, né? Sai. Em qualquer uma das seis ferramentas, gerar uma planilha com esses dados básicos é muito rápido.
Mas é como fazer uma mudança de casa levando todos os móveis, mas deixando o projeto arquitetônico da casa para trás. Nossa, é a analogia perfeita! Porque o fluxo da automação, que é justamente esse projeto arquitetônico, não vai junto. Nenhuma plataforma exporta o fluxo num formato que a ferramenta de destino consiga ler. Sério? Nenhuma? Nenhuma. É. A RD Station, por exemplo, ela gera um arquivo PNG. Um PNG, tipo uma imagem. Uma imagem. É uma foto do desenho do fluxo. O HubSpot também entrega sem imagem, mas pelo menos eles somam a isso uma planilha de metadados das etapas. Tá, e as outras?
Então, Leadlovers, Mail Team, Pactive Campaign e Brevo, elas apenas duplicam ou passam fluxo por link entre contas da mesma marca. Pra fora não sai nada. E o que mais fica pelo caminho nesse retrabalho manual? Porque não deve ser só o fluxo. Ah, o buraco é mais embaixo. O modelo do email pronto, sabe? Aquele HTML, o PDF bonitinho. Isso só sai inteiro no HubSpot. Nas outras tem que refazer o layout do zero e tem mais. Os dados de abertura e clique que ficam colados na ficha do contato. Isso não sai em plataforma alguma. Espera, aquele dado de o cliente X clicou no e-mail Y?
Exato, no HubSpot e no Brevo você até consegue puxar, mas sai num relatório separado. Dá um trabalho insano cruzar isso com a base depois. Aqui é onde a coisa fica realmente interessante, porque a gente tem os dados que simplesmente evaporam enquanto a empresa ainda está ali, decidindo se vai migrar ou não, certo? Sim! Esse é o ponto cego da maioria dos gestores. O HubSpot guarda o registro completo das ações do fluxo por 180 dias só. 180 dias? Isso é meio ano. Pois é. De 180 dias a dois anos sobra só um resumo. E passou de dois anos fica apenas o histórico de quando a pessoa se inscreveu na lista.
E se a equipe juntar contatos duplicados? Aí o histórico do registro que sumiu na fusão evapora depois de 90 dias e tipo quando eles geram os links de exportação, o link vale por 30 dias e depois morre. Caramba! E o brevo? Ele tem uma regra baseada em volume, né? Tem e é bem agressiva. Se a conta passa de 10 milhões de eventos de meio, eles deletam automaticamente tudo que for mais antigo que 24 meses. Sem avisar. Eles montam um alerta quando bate 9 milhões de eventos. Mas isso dá tipo um tampão de apenas sete dias para a empresa agir. Sete dias para salvar a história da empresa. Exato.
Eles até têm uma retenção de dez anos, mas só no plano Enterprise, que cobra 20% a mais sobre o gasto líquido. E há na ActiveCampaign o link de exportação. Vale míseros sete dias. Ou seja, por causa dessa evaporação, a primeiríssima etapa do cronograma de mudança é baixar o histórico de eventos antes mesmo de abrir a conta na ferramenta nova. Com certeza. É a regra de sobrevivência. Tá, mas aí, com a base na mão, salvo no computador. Basta fazer o upload no sistema novo, certo? Quem dera. É aí que a gente bate no muro do DNS. O muro do DNS? Isso.
Porque sem o domínio estar autenticado, a plataforma nova recusa a importação da lista. Ou, se deixar importar, envia o email com o remetente trocado. O DNS, só para explicar rapidinho, só aqueles registros tipo DKIM, SPF, DMARC, que basicamente é o sistema que comprova que quem está enviando o e-mail é realmente o dono do domínio da empresa. Exato, é o crachá de identificação da internet, e o caso da Leadlovers ilustra bem essa espera. Como é a cronologia deles? O passo 1 é inserir esses registros no domínio próprio mais o apontamento CNAME do link de clique, e só para propagar isso é uma espera de até 48 horas.
Dois dias parados. É, aí o passo dois é importar o arquivo, tem que ter o e-mail como campo obrigatório, mapear todas as colunas à mão e aceitar as condições de privacidade. E acabou? Não. Aí entra o passo três, mais uma janela de até 48 horas para a própria plataforma checar as regras de importação e os limites do plano. Mais dois dias. Pois é. E o que é fascinante aqui é o seguinte, a RD Station, por exemplo, pede cinco entradas diferentes nesse processo de DNS e eles avisam com todas as letras que a reputação do domínio fica totalmente fora do escopo de suporte deles.
Quer dizer, aquele cronograma que a pessoa reserva, sei lá, dois dias para subir a base, na verdade, gasta os dois dias só esperando as aprovações sistêmicas rodarem. Exatamente. A equipe fica só olhando para a tela do computador. Tá, então vamos pensar no impacto disso. A base finalmente subiu, os sistemas aprovaram tudo, chegou a hora do primeiro grande disparo de e-mail para avisar os clientes. Certo? Olha, quem tenta fazer isso corre o risco de derrubar a própria empresa no Google. É o que hó a erro possível. Aí entra o famoso aquecimento de domínio.
Isso, o aquecimento domina completamente o calendário dessa virada. E quem dita esses números são as plataformas de envio. A Leadlovers, por exemplo, exige uma escada de 4 semanas. 4 semanas só aquecendo? Como funciona isso? É bem restrito. Na semana 1, você só pode mandar de 100 a 500 emails por dia. Nossa! Na semana 2, sobe para 1000. Na semana 3, chega a 5000. E tem um detalhe, começando sempre por quem abriu e clicou mais recentemente no sistema antigo. Faz sentido, para mostrar para o algoritmo que os emails são desejados. E as outras plataformas?
O brevo começa em 3 mil envios por dia e vai subindo só 15% a cada dia de envio. Já o HubSpot pede 40 dias para liberar um IP dedicado, que é aquele endereço de envio exclusivo da empresa. E eles estimam de 30 a 60 dias sempre que se troca de domínio ou fornecedor. Por isso. Por que eles é que recebem a mensagem no fim das contas? Então, o silêncio deles é que é o problema. A Microsoft pede cerca de duas semanas para um IP novo ganhar confiança. O Google descreve que tem que ser uma subida gradual, mas, tipo, não dá números exatos. E o Yahoo? O Yahoo recusa frontalmente a dizer qualquer limiar de volume.
Não abrem o jogo de jeito nenhum. Dá um exemplo real do que pode dar errado se alguém não seguir isso. Tem o caso da amostragem na RD Station. Quando você faz o disparo, ele faz um envio de amostragem que dura até 20 minutos. E se der problema nesses 20 minutos? É o que decide a sorte da campanha. Se o sistema encontrar 3% de endereços inexistentes ou só 6% de caixas indisponíveis, a campanha inteira é suspensa na hora. Imediatamente. Imediatamente. Os contatos ruins ficam inativos e o restante da lista inteira deixa de receber o e-mail. Aí sabe o que tem que fazer. Imagino que dê um trabalho.
Separar quem recebeu de quem não recebeu vira um trabalho manual em planilhas. É um caos. E ainda tem o carimbo permanente do Google. Carimbo permanente? É uma regra do Gmail. Um único dia, se a empresa passar de 5 mil envios, somando todos os subdomínios, o Google carimba o domínio em caráter permanente como remetente de massa. E qual a consequência disso? A meta de spam passa a ser 0,1%, com uma linha de parada imediata se bater em 0,3%. Bateu nisso, a caixa de entrada fecha para você. Então, o que isso tudo significa? A gente tem prazos técnicos enormes e o negócio precisa continuar operando, vendendo?
E, no meio disso, como a lei encara essa transferência em massa de dados? Aí entra o fantasma da LGPD, porque mover a base é tratamento de dados. Sim. A LGPD, que é a lei que protege os dados do cliente, ela inclui a transferência e a extração lá no artigo 5, inciso 10. E o consentimento do usuário se prende à finalidade da mensagem. Detalhe, a lei sequer cita a palavra plataforma nos artigos. Espera, as empresas sempre dizem nas reuniões que a LGPD obriga a guardar o IP de cadastro, tipo, que é a exigência da lei. É o maior mito do mercado.
A lei atribui o olus de provar o consentimento ao controlador, que é a empresa dona dos dados, né? Isso está no artigo 8º, parágrafo 2º. A lei para por aí. Então de onde tiraram o IP? Guardar data, hora e IP do aceite é apenas uma prática de mercado que as empresas de tecnologia criaram para conseguir cumprir esse ônus de provar. Mas a frase de que a LGPD exige guardar o IP é falsa. Impendi. E falando das ferramentas, quem é que exporta essa prova do Aceite na hora de ir embora? Olha, apenas o Mailchimp entrega a data e o IP do Aceite junto do arquivo de contatos. Só ele? Só.
A origem do cadastro, tipo qual landing page a pessoa preencheu, sai apenas na Leadlovers e na RD Station. E um detalhe importante, na Red Station, a escolha da base legal de cada segmento não muda após a importação. Fica travado. E sobre aquele argumento da portabilidade de dados, o cliente muitas vezes acha que pode exigir a base completa da plataforma antiga usando isso. Outra confusão comum. A portabilidade do artigo 18, inciso 5, é um direito da pessoa física cadastrada. Não é um fundamento jurídico para uma empresa exigir a base completa da plataforma de software.
O que rege a relação entre as duas empresas é o contrato. Entendi. E tem o descadastro. O artigo 18, parângulo 6, é muito claro. Enquanto as duas plataformas convivem, se o usuário pedir para sair em uma, você tem que propagar o descadastro nos dois sentidos. Isso levanta uma questão importante. Considerando os mapas em imagem, a espera do DNS, o aquecimento a conta-gotas e a sincronização da LGPD, qual é o escopo real de trabalho assumido pelas plataformas na virada? Sinceramente, o escopo real não é assumido por ninguém. Ninguém? Ninguém. O meu SHMP oferece até 4 sessões de 1 hora em 90 dias.
Isso no plano Premium. A ActiveCampaign promete um contato em 24 a 48 horas, mas declara formalmente que não exporta dados da plataforma antiga. Ou seja, republicar formulários, revisar os modelos transferidos, recriar cada um dos fluxos a partir de uma imagem. É tudo tarefa do cliente. inteiramente do cliente. E qual o prazo final para essa virada acontecer na vida real? Olha, com uma agência especializada focada só nisso, leva de 30 a 60 dias. Agora, se a equipe interna for reconstruir os fluxos sozinha no meio da rotina, salta para 90 a 180 dias. 180 dias? É. O tamanho da base de meios é a parte fácil.
O limitador são os fluxos. Isso meio que traz a gente de volta para aquela cena inicial, né? do empresário na sexta-feira. Pois é. Atenção agora faz todo o sentido. Apertar o botão de exportar na sexta significa na verdade iniciar um relógio super rigoroso de degradação de dados. Seguido por, sei lá, configurações de DNS de 48 horas. Aquecimento de 4 semanas naquela escada rigorosa? Sim. E ainda os riscos gigantes de suspensão de campanha no primeiro envio. Tudo sob a sombra do consentimento da LGPD. Exatamente. A migração não é o fim de um processo, é o começo de uma obra enorme.
E isso me deixa com um pensamento para a gente refletir. Com um cronograma interno de até 180 dias focado inteiramente em recriar fluxos a partir de imagens e ficar ali aquecendo IPs. O que acontece com a inovação, sabe? O que acontece com o relacionamento de longo prazo com os clientes finais durante esse semestre todo de reformas silenciosas dos bastidores. É a grande ironia, né? Porque a automação, por essência, é sobre eficiência. Mas a migração em si exige exatamente o oposto. Um tempo absurdo e uma paciência extrema. Quem não se prepara para isso acaba em presa. Fica o aviso. Até a próxima análise.
Transcrição gerada localmente por reconhecimento de fala sobre o áudio original e revisada nos termos técnicos; pequenos desvios de grafia podem permanecer.
O que migra sozinho e o que você refaz à mão
- 6 de 6plataformas que exportam contatos e campos personalizados num arquivo de planilha pronto para importar no destino
- 0 de 6das seis exportam o fluxo de automação num formato de arquivo que a plataforma nova consiga ler
- 1 de 6entrega data e IP do aceite junto do arquivo de contatos, e é o Mailchimp
- 4 de 6fornecedores que não publicam prazo de migração nem de implantação em página alguma do site deles
A base de contatos é a parte fácil da troca de plataforma. Ela sai num arquivo nas seis ferramentas comparadas aqui: Leadlovers, RD Station Marketing, ActiveCampaign, HubSpot, Mailchimp e Brevo. O que define o prazo real da virada é o fluxo de automação, e ele não sai em nenhuma delas. Reconhecer o que um formato de exportação precisa carregar para que o fluxo sobreviva à troca entra em API Design: REST, GraphQL e Boas Práticas.
Os três modos de entregar o fluxo, somados nas seis plataformas
- Entregam o fluxo como imagem: RD Station e HubSpot, este com uma planilha de metadados junto 2 de 6
- Duplicam dentro da própria conta: Leadlovers, o funil; Mailchimp, a jornada para outro público 2 de 6
- Compartilham por link entre contas da mesma marca: ActiveCampaign e Brevo 2 de 6
- Somadas, as seis plataformas comparadas 6 de 6
Os três modos produzem imagem, cópia interna ou link. Arquivo que a plataforma de destino leia não sai de nenhum deles.
Duas ferramentas entregam o fluxo como imagem. A RD Station gera um arquivo PNG. O HubSpot soma a esse desenho uma planilha de metadados, sem histórico e sem números de desempenho. As outras quatro nem imagem geram: duplicam o fluxo dentro da própria conta ou o passam por link entre contas da mesma marca.
O inventário em três colunas: o que migra, o que migra pela metade, o que se refaz
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Migra
Sai num arquivo de planilha que a plataforma de destino importa sem pedir retrabalho de ninguém.
- Contatos com e-mail e telefone saem nas seis plataformas, sempre em formato de planilha comum
- Campos personalizados saem nas seis, e a plataforma de destino mapeia coluna por coluna na importação
- O modelo de e-mail pronto, em HTML ou em PDF, sai só no HubSpot entre as seis
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Migra pela metade
Sai da plataforma antiga, mas sem o pedaço que faria aquele dado valer alguma coisa.
- A origem do cadastro sai na Leadlovers e na RD Station; o Mailchimp declara que ela fica de fora
- A prova do aceite com data e IP sai só no Mailchimp; as outras entregam o estado atual
- Abertura e clique saem por relatório separado no HubSpot e no Brevo, longe do contato
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Não migra
Se refaz à mão dentro da plataforma nova, uma peça de cada vez, por conta da sua equipe.
- O fluxo de automação se refaz nas seis, mesmo quando o desenho vem em imagem
- Abertura e clique colados na ficha do contato não saem em plataforma alguma das seis
- As métricas do fluxo somem até quando você duplica o fluxo dentro da mesma conta
A coluna do meio é a que estoura o cronograma, porque parece resolvida no primeiro teste e falha no uso. O Mailchimp lista a origem do cadastro entre o que o arquivo não inclui, e é o único que entrega data e IP do aceite. A RD Station e a ActiveCampaign entregam o estado presente, sem data e sem o texto que a pessoa viu.
O que cada plataforma exporta, item por item
| Item | Leadlovers | RD Station | ActiveCampaign | HubSpot | Mailchimp | Brevo |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Contatos com campos personalizados | Sim | Sim | Sim | Sim | Sim | Sim |
| Validade do arquivo exportado | até 30 minutos para gerar | "varia" | link válido por 7 dias | link expira em 30 dias | disponível por 30 dias | poucos minutos |
| Abertura e clique junto do contato | Ausente | Só conversões | Não documentado | Só no export avançado, com plano pago | Não: consta do que não sai | Por relatório; apaga acima de 24 meses |
| Fluxo de automação reaproveitável | Não: só duplicar na conta | Não: só imagem | Não: só link entre contas | Não: metadados e imagem | Não: só replicar na conta | Não: só link entre contas Brevo |
| Prova do aceite com data | Ausente | Só o estado atual da base legal | Não: o IP é o mais recente | Base legal, sem data do aceite | Sim, com data e IP | Só cruzando dois registros |
| Migração assistida com prazo | Ausente | Ausente | 24 a 48 h até o primeiro contato | Ausente | Premium: 4 sessões de 1 h em 90 dias | Ausente |
| Aquecimento com números | Semana 1: 100 a 500 por dia | Nenhum | "algumas semanas" | 40 dias com IP dedicado | Ausente | 3.000 por dia, mais 15% ao dia |
| DNS exigido | DKIM, SPF, DMARC, CNAME | 3 DKIM, 1 SPF, 1 DMARC | DKIM, SPF, DMARC | MX, DKIM, SPF, DMARC | 2 CNAME, 1 TXT, sem SPF | Código Brevo, DKIM, DMARC |
Lida linha a linha, a tabela mostra onde o cronograma trava. Contato e campo personalizado saem nas seis. A origem do cadastro sai em duas. Data e IP do aceite saem em uma. O fluxo de automação e o histórico de abertura e clique não saem em lugar nenhum, e são esses dois que viram trabalho manual.
Quantas das seis plataformas exportam cada item
Plataformas, de um total de seis
Que dados somem enquanto você decide migrar
Alguns dados têm prazo de validade antes mesmo da virada. O HubSpot guarda o registro completo das ações do fluxo por 180 dias. De 180 dias a 2 anos sobra o resumo, e acima de 2 anos sobra só o histórico de inscrições. Quem exporta no sétimo mês recebe menos do que receberia no quinto.
Há um segundo relógio no HubSpot, e ele corre mais rápido. Quando você junta dois contatos duplicados, o histórico do registro que sumiu só sai em lote nos 90 dias seguintes. Depois disso o dado antigo fica fora da exportação em massa, sem aviso na tela.
Brevo: o gatilho que a sua conta não consegue ver
Desde janeiro de 2025, a conta que acumula mais de 10 milhões de eventos de e-mail perde automaticamente tudo que passa de 24 meses. O alerta chega aos 9 milhões, com sete dias de tampão.
A própria plataforma declara que a contagem exata de eventos não fica visível na conta. A retenção de 10 anos existe só no plano Enterprise, cobrado a 20% do gasto líquido.
- Exporte o histórico de eventos na semana em que a migração for aprovada, antes de abrir a conta nova.
- Baixe o arquivo no dia em que o link chegar: ele vale 7 dias na ActiveCampaign e 30 dias no HubSpot e no Mailchimp.
- Guarde contatos e eventos num repositório seu, fora das duas plataformas, com nome e formato definidos pela sua empresa.
- Peça por escrito o que a central não documenta, como a exportação de modelo de e-mail na Leadlovers.
Por que o DNS vem antes de importar a base
Base importada sem domínio autenticado é base que a plataforma recusa, ou envia com remetente trocado. Cada destino pede um conjunto próprio de registros, e todos avisam que a propagação leva até 48 horas. A RD Station pede cinco entradas e diz que a reputação do domínio fica fora do escopo de suporte dela.
A sequência que a Leadlovers impõe antes do primeiro disparo
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1
Configurar o DNS de e-mail e de link
Registros DKIM, SPF e DMARC no domínio próprio, mais o CNAME do link de clique.
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2
Aguardar a propagação
Até 48 horas de espera. Sem o domínio autenticado, a plataforma recusa a importação da lista.
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3
Importar a lista
Arquivo com e-mail obrigatório, colunas mapeadas uma a uma e aceite das condições de privacidade.
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4
Aguardar a revisão
Até 48 horas para a plataforma checar as regras de importação e o limite do plano.
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5
Aquecer em lotes
Semana 1 de 100 a 500 por dia, semana 2 com 1.000 e semana 3 com 5.000.
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6
Primeiro disparo grande
Só depois de quatro semanas de escada, começando por quem abriu e clicou mais recentemente.
São duas janelas de até 48 horas em série antes do primeiro e-mail sair. Um cronograma que reserva dois dias para subir a base gasta os dois esperando. O aquecimento começa depois disso, e é ele que domina o calendário da virada.
Quanto tempo leva para aquecer o domínio novo
Todo número de aquecimento que circula em planilha de migração tem autor, e o autor é uma plataforma de envio. A Leadlovers chama a escada dela de exemplo, e manda ajustar à realidade do negócio. O Brevo começa em 3.000 por dia e sobe 15% a cada dia de envio.
- Números publicados por plataforma de envio: quatro semanas na Leadlovers e 40 dias no HubSpot para IP dedicado.
- O HubSpot ainda estima de 30 a 60 dias sempre que você troca de domínio ou de fornecedor de envio.
- Número publicado por provedor de caixa de entrada: só a Microsoft, com cerca de duas semanas para um IP novo.
- Sem cronograma numérico: o Google, que descreve subida gradual, e o Yahoo, que recusa dizer qualquer limiar de volume.
Quem cita tabela de aquecimento do Gmail está citando uma plataforma de envio. O Google publica princípio sem número. O Yahoo declara por escrito que não especifica limiar de volume. A Microsoft condiciona o prazo dela ao volume e à qualidade da lista.
O que pode dar errado no primeiro disparo grande
A base só revela o que vale ao receber o primeiro e-mail. Na RD Station, o envio de amostragem dura até 20 minutos e já decide a sorte da campanha. Cruzado o limiar de retorno, a campanha fica suspensa, os endereços ruins ficam inativos e o restante da lista deixa de receber.
Os limiares que param uma campanha ou derrubam um domínio
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0,1%
meta de taxa de spam do Google, medida dia a dia
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0,3%
teto do Google: acima dele, sete dias seguidos abaixo para voltar
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3%
endereços inexistentes na amostragem da RD Station: campanha suspensa
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6%
caixas indisponíveis na amostragem da RD Station: mesmo efeito
Nenhum preparo substitui esse teste, porque o endereço morto só aparece quando alguém tenta enviar para ele. O efeito colateral é caro: a campanha cortada no meio deixa parte da base sem receber, e separar quem já recebeu vira trabalho manual.
- Monte o primeiro lote com quem abriu ou clicou mais recentemente na plataforma antiga, abaixo de 5.000 envios por dia.
- Some os subdomínios nessa conta, porque um único dia acima de 5.000 carimba o domínio no Google em caráter permanente.
- Reserve no cronograma o cenário de campanha suspensa: exportar quem recebeu, tirar os inativos e reenviar ao restante.
- Acompanhe a taxa de spam desde o primeiro lote, com 0,1% como meta e 0,3% como linha de parada.
O que a LGPD cobra de você na virada
Mover a base já é tratamento de dados. A LGPD (a lei que protege os dados do cliente) inclui transmissão, transferência e extração na própria definição, no art. 5º, X. O consentimento se prende à finalidade, e não ao fornecedor: a lei não cita plataforma, ferramenta nem software em artigo nenhum.
O ônus de provar o consentimento é do controlador, pelo art. 8º, § 2º, e a lei para aí. Nem o texto legal nem os guias da autoridade nacional listam IP, data ou registro do aceite como requisito. Guardar data, hora, IP e o texto que a pessoa aceitou é prática de mercado para cumprir esse ônus.
A frase certa sobre o IP
Uma frase defensável diz que você guarda data, hora, IP e texto para cumprir o ônus da prova.
A frase que atribui à LGPD a exigência de guardar o IP é falsa. A diferença aparece na auditoria, quando alguém pede o artigo.
- Classifique a base legal de cada segmento antes de importar, porque na RD Station essa escolha não muda depois.
- Decida por escrito se a plataforma nova é operadora ou controladora, e coloque isso na cláusula do contrato.
- Exporte a prova do aceite onde ela existe, e registre para o restante qual era o estado na data.
- Propague o descadastro nos dois sentidos enquanto as duas plataformas convivem, como manda o art. 18, § 6º.
A portabilidade do art. 18, V, é direito da pessoa cadastrada, mediante pedido expresso e conforme regulamentação que a autoridade nacional ainda não publicou. Ela não serve de fundamento para exigir a base da plataforma antiga. Quem entrega a base é o contrato que você assinou.
Em que ordem fazer a virada, e o que ninguém assume
Postas em sequência, as fichas desta página produzem uma ordem diferente do exportar, importar e disparar. O histórico de eventos sai primeiro, porque ele degrada com o tempo. O DNS entra antes da importação, e o aquecimento antes do primeiro disparo grande. A convivência entre as duas plataformas fica no fim, curta. Montar esse cronograma com escopo e responsável por etapa é exercício do curso Gestão de Projetos GEO em Escala.
O cronograma da virada, montado com os prazos publicados
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Dia 0
Exportar eventos e contatos
em curso
Antes de abrir a conta nova, porque o histórico degrada com o tempo em duas das plataformas.
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Dia 0 a 2
Configurar e propagar o DNS
previsto
Cada destino pede um conjunto próprio de registros no DNS, com até 48 horas de propagação.
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Dia 2 a 4
Importar e aguardar a revisão
previsto
Na RD Station a escolha de base legal não muda depois. Na Leadlovers, revisão de até 48 horas.
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Dia 4 a 32
Aquecer em escada
previsto
Quatro semanas no exemplo publicado pela Leadlovers, ou 40 dias para o IP dedicado do HubSpot.
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Depois da escada
Primeiro disparo grande
previsto
Com um plano pronto para o caso de a campanha ser cortada ainda na amostragem da lista.
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Janela de convivência
Encerrar a plataforma antiga
previsto
Propagar os descadastros nos dois sentidos até o dia marcado para desligar a conta antiga.
Fora do cronograma fica o trabalho que nenhum fornecedor assume por escrito. As centrais atribuem ao cliente exportar da ferramenta antiga, republicar formulários, revisar o modelo transferido e reativar os e-mails que a duplicação entrega desligados. Recriar cada fluxo a partir de uma imagem não aparece em escopo publicado nenhum.
Só um fornecedor publica horas. O Mailchimp oferece até quatro sessões de uma hora nos primeiros 90 dias do plano Premium, e o escopo delas cobre configurar a conta e importar contatos. A ActiveCampaign promete contato em 24 a 48 horas e declara que não exporta da plataforma antiga. Os outros quatro não publicam prazo.
O critério para dimensionar a virada
Dimensione a migração pelo número de fluxos a reconstruir e pelo tempo de aquecimento. O tamanho da base é o item mais barato da conta, porque contatos saem nas seis plataformas e fluxos não saem em nenhuma.
Quando o fornecedor disser quanto tempo leva, peça a página. Em quatro dos seis ela não existe. Com agência especializada essa troca leva de 30 a 60 dias, e de 90 a 180 dias quando a sua equipe reconstrói os fluxos sozinha.
A quarta parcela da fatura, implantação e agência, está em A fatura da automação tem três donos.
Perguntas que aparecem depois desta leitura
Dá para exportar as automações de uma plataforma e importar na outra?
Em nenhuma das seis. RD Station e HubSpot entregam o desenho do fluxo como imagem. Leadlovers, Mailchimp, ActiveCampaign e Brevo só duplicam ou compartilham dentro do próprio ecossistema, entre contas da mesma marca.
A LGPD exige guardar data, hora e IP do aceite?
A lei atribui ao controlador o ônus de provar o consentimento e exige registro das operações, sem listar qual prova serve. Guardar data, hora, IP e o texto do aceite é prática de mercado para cumprir esse ônus.
Quanto tempo leva para aquecer o domínio na plataforma nova?
Nenhum provedor de caixa de entrada publica cronograma. Os números vêm das plataformas de envio. A Leadlovers publica quatro semanas, o Brevo começa em 3.000 por dia e sobe 15% ao dia, e o HubSpot pede 40 dias para IP dedicado.
O que acontece no primeiro disparo grande depois da importação?
Na RD Station, o envio de amostragem suspende a campanha ao encontrar 3% de endereços inexistentes ou 6% de caixas indisponíveis. Esses contatos ficam inativos, e o restante da lista deixa de receber o e-mail.
O fornecedor novo faz a migração para mim?
Em parte, e sem prazo na maioria. A ActiveCampaign promete contato em 24 a 48 horas e não exporta da ferramenta antiga. O Mailchimp publica até quatro sessões de uma hora em 90 dias no plano Premium.
Posso usar a portabilidade da LGPD para exigir a base da plataforma antiga?
O art. 18, V, dá a portabilidade à pessoa cadastrada, mediante pedido expresso e conforme regulamentação que a autoridade nacional ainda não publicou. Quem entrega a base da empresa é o contrato com o fornecedor.
De onde vêm os números desta página
Cada dado abaixo tem origem nomeada e data de consulta. Número sem fonte publicada não entra no texto; quando a fonte não publica o valor, a página diz isso na frase.
- Leadlovers, central de ajuda, "Como exportar leads", com os campos padrão e personalizados e a estimativa de até 30 minutos para o arquivo. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- Leadlovers, central de ajuda, "Como duplicar um funil", com a duplicação sem métricas e os e-mails desabilitados. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- Leadlovers, central de ajuda, "Como importar leads na Leadlovers", com a exigência de DNS configurado e a revisão de até 48 horas. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- Leadlovers, central de ajuda, "Como configurar o DNS de e-mail", com DKIM, SPF, DMARC e CNAME. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- Leadlovers, central de ajuda, "Como aquecer sua lista de contatos", com a escada de quatro semanas marcada como exemplo ajustável. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- RD Station, central de ajuda, "Exportar leads", com os campos de base legal no estado mais atual. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- RD Station, central de ajuda, "Como exportar uma imagem do fluxo de automação", o fluxo em PNG. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- RD Station, central de ajuda, "Importação de Leads e Bases Legais", com a escolha irreversível de base legal. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- RD Station, central de ajuda, "Configurar subdomínio de Email", com 3 DKIM, 1 SPF, 1 DMARC, propagação de até 48 horas e a reputação fora do escopo de suporte. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- RD Station, central de ajuda, "Suspensão de campanhas de Email Marketing", com os limiares de 3% e 6% e o envio de amostragem de até 20 minutos. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- ActiveCampaign, central de ajuda, "How do I export all contacts", com o IP mais recente e o link válido por 7 dias. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- ActiveCampaign, central de ajuda, "Can you export my contacts during the migration process", com a declaração de que a exportação é do cliente. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- ActiveCampaign, central de ajuda, "How long will it take to migrate data", com o contato em 24 a 48 horas. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- ActiveCampaign, central de ajuda, "Can you migrate my forms", formulários recriados e republicados pelo cliente. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- HubSpot, base de conhecimento, "Export records", com o link de 30 dias e o teto de 300 exportações por 24 horas. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- HubSpot, base de conhecimento, "Export your content and data", com o fluxo em PNG e a retenção de 180 dias e 2 anos. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- HubSpot, base de conhecimento, "Mesclar registros", com o limite de 90 dias para a exportação em massa do histórico do registro que saiu da mesclagem, publicado em 26 de junho de 2026. Consulta em 27 de agosto de 2026.
- HubSpot, base de conhecimento, "Connect a dedicated IP address", com os 40 dias de aquecimento. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- HubSpot, base de conhecimento, "Email deliverability best practices", com os 30 a 60 dias ao trocar de domínio ou de plataforma de envio. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- Mailchimp, central de ajuda, "View or export contacts", com OPTIN_TIME, OPTIN_IP, os 30 dias do arquivo e a lista do que não sai. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- Mailchimp, central de ajuda, "Set up email domain authentication", com 2 CNAME, 1 TXT e até 48 horas. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- Mailchimp, página de onboarding, com as quatro sessões de uma hora em 90 dias no Premium e o escopo declarado. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- Brevo, central de ajuda, "FAQs about the data retention policy for email events", com os 24 meses acima de 10 milhões de eventos e o contador invisível. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- Brevo, central de ajuda, "Warm-up your dedicated IP (manual warm-up)", com a escada de 3.000 por dia mais 15% ao dia. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- Brevo, central de ajuda, "Authenticate your domain with Brevo", sem SPF nem MX e com até 48 horas de propagação. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- Google, Ajuda do Gmail, "Email sender guidelines", com os limiares de 0,1% e 0,3% e a regra dos 5.000 por dia. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- Google, Ajuda do Gmail, FAQ das diretrizes de remetente, com o status permanente de bulk sender e a mitigação após 7 dias. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- Yahoo, Sender Hub, FAQs, com a recusa a especificar limiar de volume. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- Microsoft, Postmaster do Outlook.com, troubleshooting, com "a couple of weeks" para IP novo. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- Presidência da República, Lei nº 13.709/2018 (LGPD), texto compilado, arts. 5º, 7º, 8º, 18 e 37. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- ANPD, Guia orientativo sobre cookies e proteção de dados pessoais, com o registro do consentimento como boa prática. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- ANPD, Guia orientativo para definições dos agentes de tratamento e do encarregado, versão 2.0, abril de 2022. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- Brasil GEO, Portal Leadlovers 2026, "A fatura da automação tem três donos", com a quarta parcela da fatura, a implantação e a agência. Consulta em 23 de agosto de 2026.
- Tarven, "GoHighLevel no Brasil: guia definitivo 2026", com a faixa de 30 a 60 dias de migração via agência especializada e de 90 a 180 dias com equipe interna, publicado em 2 de maio de 2026. Consulta em 27 de agosto de 2026.