São quatro assinaturas na fatura / e nenhuma você sabe explicar. // #publi. Quarta, dois de setembro, antes das oito da manhã. A dona da loja de roupas com o extrato do cartão e o marca-texto na mão. Agenda, e-mail, link da bio, mensagens: quatro linhas, quatro datas, ninguém somou. Marca as quatro e soma; o total é teu. Na página de planos da leadlovers, em agosto de dois mil e vinte e seis: cento e quarenta e nove reais no anual. Na escola são as fichas do aluno; no estúdio, a agenda à parte. Abre os planos com o EXTRATO do lado.
A conta que não fecha
Aqui estão oito roteiros prontos para gravar sobre preço, contrato e troca de ferramenta. Cada um cabe num formato de vídeo e num tempo de fala. Escolha a situação, copie o texto e adapte para o seu negócio.
Qual destas cinco situações é a sua?
As cinco situações abaixo são as que mais aparecem na hora em que a pessoa compara preço. A peça abre nomeando uma delas, com as palavras de quem assiste.
- Eu pago quatro coisas diferentes e não sei direito pra que serve cada uma. Custa a soma que ninguém nunca fez, espalhada em quatro linhas do cartão em datas diferentes. Aparece na fatura do cartão da empresa, entre o dia cinco e o dia vinte.
- Só descobri a taxa de implantação e a fidelidade depois de assinar. Custa doze meses presos a uma escolha feita com metade da informação. Aparece no contrato, na cláusula que ninguém leu antes de assinar.
- O anúncio traz gente, mas não vira venda. Custa o dinheiro de mídia gasto para encher uma caixa de entrada que ninguém responde a tempo. Aparece entre o painel do anúncio e a caixa de mensagens, que nunca conversam.
- Comecei barato e o preço foi subindo conforme a lista cresceu. Custa o plano que era acessível no primeiro mês e virou a maior linha da conta no oitavo. Aparece na comparação entre a primeira e a última cobrança da mesma ferramenta.
- Trocar de ferramenta dá trabalho e eu tenho medo de perder tudo. Custa anos pagando por algo que não serve mais, porque sair parece mais caro que ficar. Aparece na conversa que a pessoa tem com ela mesma toda vez que a cobrança chega.
Se a nossa versão não usa as suas palavras, troque as palavras na hora de gravar. A situação é sua e o roteiro é só o veículo dela.
Escolha uma só. Juntar duas situações na mesma gravação faz quem assiste não se reconhecer em nenhuma das duas. É o motivo mais comum de vídeo que ninguém vê até o fim.
Veja um roteiro pronto para gravar
Escolhida a situação, o roteiro abaixo mostra como ela vira fala. Ele é o primeiro dos oito desta página. A marcação ajuda a ler em voz alta: a barra simples é onde você respira e a barra dupla é a pausa mais longa. O negrito marca a palavra que carrega o sentido.
Este roteiro tem 56s de fala e roda como peça com história inteira. O jeito de contar é fazendo a conta em voz alta. Ele abre pela situação de quem diz: eu pago quatro coisas diferentes e não sei direito pra que serve cada uma.
Todo roteiro desta página segue a mesma ordem. A situação de quem assiste abre a peça, dita na primeira frase. A identificação de publicidade entra logo depois, dentro dos dez primeiros segundos. O selo escrito fica na tela do primeiro ao último quadro, e o pedido fecha a peça, dito em voz alta.
Nem todo roteiro cabe em qualquer lugar. A régua abaixo mostra em que pista cada um dos oito cai, pelo tempo que ele leva para ser falado.
Gere um roteiro para o seu negócio
A prateleira desta página é fixa. Quando ela não cobre a sua pauta, o bloco abaixo escreve um roteiro novo no momento da visita, com o mesmo briefing e as mesmas regras. Diga o segmento, a objeção que você ouve e o destino do pedido. Depois leia o resultado em voz alta antes de gravar.
O bloco não inventa preço, não promete resultado e não cita nome de pessoa. Ele recebe a mesma lista de proibições da etapa seguinte desta página. O que muda de uma visita para a outra é o segmento, a cena e o jeito de falar.
Escreva com as suas palavras o que quer acrescentar ou mudar: um segmento, uma objeção específica, um canal de destino, um tom, uma cena que você viveu. O pedido entra no contexto da escrita, e as regras de voz, os vetos e a identificação de publicidade continuam valendo por cima dele.
Abaixo ficam os outros sete roteiros prontos desta categoria, cada um com um formato e um tempo de fala diferentes. Copie o que estiver mais perto do seu caso e grave hoje mesmo.
Cada card traz o formato, o lugar onde a peça roda e a duração falada, contada das sílabas do próprio texto. Use a duração para escolher: gravar setenta segundos entre dois atendimentos é bem diferente de gravar vinte.
A taxa você descobriu depois de assinar. // #publi.
Segunda, dezesseis de novembro, oito da manhã. O instrutor da autoescola com o boleto que cobra por instrutor. Ele é o único.
Um: assinar pelo preço do primeiro mês. Dois: não perguntar de fidelidade. Três: ver a taxa depois.
Na página de planos da leadlovers, em agosto de dois mil e vinte e seis, não tem implantação nem prazo mínimo.
Procura as duas linhas com o teu BOLETO.
Anúncio de carro não dá retorno. // #publi.
Sábado de novembro, onze da manhã, o vendedor de seminovos.
A simulação pedida de manhã só volta na segunda. A compra esfria.
Se tem plantão no sábado, ignora.
Aqui a resposta sai sozinha.
O anúncio na Meta tá doze por cento mais caro, disse a Upsend em janeiro.
Abre a resposta da SIMULAÇÃO no portal.
Você tem medo de perder a lista. // #publi.
Quinta, você no ônibus, agenda de faxinas, lendo o reajuste.
A mensagem nova nasce no lugar novo com o antigo ligado. Nada desliga.
Comenta FAXINA que eu mando a ordem.
Clique não é visita. // #publi.
O anúncio traz gente e a pergunta da noite esfria até segunda. A corretora, chave na mão.
A resposta do tá disponível sai no minuto: hoje ou amanhã?
Comenta IMÓVEL que eu mando ela pronta.
Quatro assinaturas no teu cartão. // #publi.
Sábado, cinco de dezembro, sete da manhã. Dois donos de box de treino igualmente ocupados.
Num extrato, quatro linhas: agenda, e-mail, link, mensagens. No outro, uma.
Separou uma soma só.
Na página de planos da leadlovers, em agosto de dois mil e vinte e seis: sete dias de garantia.
Manda MENSALIDADE com o total.
O preço sobe junto com a lista. // #publi.
Quarta, nove de setembro, sete e meia da manhã. A dona do pet shop lê o reajuste, ração no braço.
A lista de tutores passou pra faixa de cima; pergunta isso antes de assinar.
Na página de planos da leadlovers, em agosto de dois mil e vinte e seis: cinco mil contatos.
Manda RAÇÃO no WhatsApp.
A fidelidade aparece depois de assinar. // #publi.
Eu fecho a clínica de fisioterapia sozinha. Sexta, treze de novembro, sete e quarenta da noite, confiro as cobranças com a maquininha.
Foi numa sexta assim que eu achei, na fatura seguinte, a fidelidade de doze meses que eu não li.
E ficou presa até o meio do ano que vem.
Agora eu leio o preço em voz alta.
Em agosto de dois mil e vinte e seis, na página de planos da leadlovers: sem implantação e sem prazo mínimo.
Na autoescola é o boleto; na loja, a taxa de depois.
Entra no grupo mandando FIDELIDADE.
O que não fazer na hora de gravar
Antes de gravar, confira a lista abaixo. Ela vale para os roteiros prontos desta página e para tudo o que o bloco de geração escrever, porque é a mesma lista que o motor recebe.
- Não prometa faturamento, número de vendas nem prazo para enriquecer, e não use depoimento de ganho sem documento que o comprove.
- Não diga que a inteligência artificial resolve tudo sozinha, sem esforço, nem que ela substitui a sua equipe.
- Não ataque concorrente e não cite número de concorrente sem dizer a fonte e a data.
- Não cite nome de cliente, de gente da equipe nem de criador parceiro.
- Não transforme a peça em aula nem em auditoria de ferramenta, e nunca termine sem um pedido.
- Não use termo de marketing sem a tradução colada na mesma frase, porque quem assiste rola a tela antes do pedido.
- Não prometa acordar lista parada nem contato antigo: as ações automáticas não saem para cadastro com muitos meses.
Nenhum destes itens é gosto de quem escreve. Cada um está na lista porque uma promessa daquele tipo vira reclamação, estorno ou processo depois que a peça já rodou.
O próximo passo depois de gravar
Publique o vídeo e conte quantas pessoas responderam na primeira semana. Esse número diz se o roteiro serviu ou se vale trocar de situação e gravar outro.
Se ninguém responder, troque a situação antes de trocar o roteiro. Na maior parte das vezes o que não pegou foi a dor escolhida, e não o texto que veio depois dela.
Para entender por que a venda trava na hora de somar o custo, veja os cenários de cada ramo. Os cartões para imprimir e postar ficam na mesma página.