Você abriu a plataforma, viu os botões / e fechou. // #publi. Quinta, dezessete de setembro, quatro da tarde: o eletricista no forro, alicate na boca, e um pedido de TOMADA. O de anteontem ele leu à noite: já era de outro. Escrevo por ele: recebi, atendo teu bairro, te chamo quando descer. Salvei. Pelo Sebrae, em agosto de 2026: metade dos pequenos negócios já usou IA. Manda TOMADA que eu mando ela pronta.
Quem faz tudo sozinho
Aqui estão oito roteiros prontos para gravar sobre o medo de não dar conta. Cada um cabe num formato de vídeo e num tempo de fala. Escolha a situação, copie o texto e adapte para o seu negócio.
Qual destas cinco situações é a sua?
As cinco situações abaixo são as que mais aparecem em quem atende, vende e fecha a caixa sozinho. A peça abre nomeando uma delas, com as palavras de quem assiste.
Qual resposta repetida vale organizar primeiro?
Comece pela pergunta frequente que interrompe o atendimento e tem uma resposta estável. Esse recorte permite experimentar uma rotina pequena sem depender de organizar o negócio inteiro.
- Pergunta que se repete
- Resposta que o dono usaria
- Situação que exige ajuda
Caso ilustrativoCaso ilustrativo: informação da casa
Durante o atendimento, chegam perguntas sobre o endereço. A localização e as orientações de chegada estão atualizadas.
- Resposta ao critério
- Sim
- Por que este ramo?
- A informação é estável e resolve uma interrupção recorrente.
- Próxima ação
- Teste a resposta com o endereço e confira se a pessoa conseguiu chegar.
Caso ilustrativoCaso ilustrativo: orçamento por foto
Cada cliente envia uma foto diferente e pede o preço final do serviço. O valor depende da avaliação de quem executa.
- Resposta ao critério
- Ainda não
- Por que este ramo?
- A pergunta parece repetida, mas a resposta depende de condições que mudam em cada pedido.
- Próxima ação
- Organize o recebimento do pedido e reserve a avaliação para você.
- Etapa umEscolha uma interrupçãoEm foco
Detalhe e entrega
Procure no histórico uma pergunta que você responde várias vezes durante o serviço.
Entrega: Pergunta escolhida: qual é o horário de atendimento?
- Etapa doisEscreva como no balcãoEm foco
Detalhe e entrega
Prepare uma resposta que use as informações da casa e abra espaço para a pessoa continuar.
Entrega: Resposta curta com o horário e uma pergunta sobre o pedido.
- Etapa trêsPrepare o teste de continuaçãoEm foco
Detalhe e entrega
Separe uma pergunta fora da resposta prevista para conferir quando você precisaria assumir a conversa.
Entrega: Cenário de teste e condição para passar o atendimento a você.
O que fazer neste ramo
Experimente a resposta e a pergunta de continuação com um contato de teste; confira se a rotina resolve a dúvida e encaminha a exceção.
O que fazer neste ramo
Pedidos que dependem de avaliar cada caso precisam de contexto antes de virar resposta pronta.
Comparar etapas, entregas e caminhos em tabela
| Passo ou caminho | O que considerar | Entrega ou consequência |
|---|---|---|
| Etapa um: Escolha uma interrupção | Procure no histórico uma pergunta que você responde várias vezes durante o serviço. | Pergunta escolhida: qual é o horário de atendimento? |
| Etapa dois: Escreva como no balcão | Prepare uma resposta que use as informações da casa e abra espaço para a pessoa continuar. | Resposta curta com o horário e uma pergunta sobre o pedido. |
| Etapa três: Prepare o teste de continuação | Separe uma pergunta fora da resposta prevista para conferir quando você precisaria assumir a conversa. | Cenário de teste e condição para passar o atendimento a você. |
| Decisão | A pergunta se repete e pode receber a mesma informação aprovada? | Compare os dois caminhos abaixo. |
| Sim | Testar essa rotina | Experimente a resposta e a pergunta de continuação com um contato de teste; confira se a rotina resolve a dúvida e encaminha a exceção. |
| Ainda não | Escolher uma tarefa menor | Pedidos que dependem de avaliar cada caso precisam de contexto antes de virar resposta pronta. |
- Abri a ferramenta, vi um monte de botão e fechei. Custa a assinatura paga por três meses sem ninguém abrir depois do primeiro dia. Aparece na tela inicial da plataforma, no primeiro login, com dezoito opções ao mesmo tempo.
- Sou eu que atendo, que vendo, que faço o post e que fecho a caixa. Custa a parte do dia que deveria ser venda e vira administração, todo dia, sem escolha. Aparece no horário: começa antes de abrir e termina depois de fechar.
- Meu funcionário não vai usar sistema nenhum. Custa a ferramenta que virou aba fechada, e a rotina que voltou para o papel. Aparece no balcão: o caderno continua aberto do lado do computador.
- Mensagem automática esfria o cliente, eu não quero soar robô. Custa a automação que nunca foi ligada, por um receio que tem fundamento e tem conserto. Aparece na comparação entre o menu de digite um que ela odiou e a frase que ela mesma escreveria.
- Eu sei que preciso organizar isso, só não sei por onde começar. Custa a decisão adiada semana após semana, porque o começo parece grande demais. Aparece na lista de coisas para fazer, no item que muda de semana há seis meses.
Se a nossa versão não usa as suas palavras, troque as palavras na hora de gravar. A situação é sua e o roteiro é só o veículo dela.
Escolha uma só. Juntar duas situações na mesma gravação faz quem assiste não se reconhecer em nenhuma das duas. É o motivo mais comum de vídeo que ninguém vê até o fim.
Veja um roteiro pronto para gravar
Escolhida a situação, o roteiro abaixo mostra como ela vira fala. Ele é o primeiro dos oito desta página. A marcação ajuda a ler em voz alta: a barra simples é onde você respira e a barra dupla é a pausa mais longa. O negrito marca a palavra que carrega o sentido.
Este roteiro tem 44s de fala e roda como anúncio de vídeo curto. O jeito de contar é mostrando acontecer. Ele abre pela situação de quem diz: abri a ferramenta, vi um monte de botão e fechei.
Todo roteiro desta página segue a mesma ordem. A situação de quem assiste abre a peça, dita na primeira frase. A identificação de publicidade entra logo depois, dentro dos dez primeiros segundos. O selo escrito fica na tela do primeiro ao último quadro, e o pedido fecha a peça, dito em voz alta.
Nem todo roteiro cabe em qualquer lugar. A régua abaixo mostra em que pista cada um dos oito cai, pelo tempo que ele leva para ser falado.
Gere um roteiro para o seu negócio
A prateleira desta página é fixa. Quando ela não cobre a sua pauta, o bloco abaixo escreve um roteiro novo no momento da visita, com o mesmo briefing e as mesmas regras. Diga o segmento, a objeção que você ouve e o destino do pedido. Depois leia o resultado em voz alta antes de gravar.
O bloco não inventa preço, não promete resultado e não cita nome de pessoa. Ele recebe a mesma lista de proibições da etapa seguinte desta página. O que muda de uma visita para a outra é o segmento, a cena e o jeito de falar.
Escreva com as suas palavras o que quer acrescentar ou mudar: um segmento, uma objeção específica, um canal de destino, um tom, uma cena que você viveu. O pedido entra no contexto da escrita, e as regras de voz, os vetos e a identificação de publicidade continuam valendo por cima dele.
Abaixo ficam os outros sete roteiros prontos desta categoria, cada um com um formato e um tempo de fala diferentes. Copie o que estiver mais perto do seu caso e grave hoje mesmo.
Cada card traz o formato, o lugar onde a peça roda e a duração falada, contada das sílabas do próprio texto. Use a duração para escolher: gravar setenta segundos entre dois atendimentos é bem diferente de gravar vinte.
Sou eu que atendo, que vendo, que posto / e que fecho a caixa. // #publi. Sábado, 31 de outubro, sete da noite, última cadeira: NAVALHA na mão, toalha quente no rosto, e o celular vibra. Respondo duas e esqueço uma. A esquecida era o noivo. Quem faz tudo sozinho responde num intervalo que não existe. No sábado seguinte, sete de novembro, a resposta saiu sozinha / e eu só confirmei. Quando percebem o robô, quatro em cada dez pedem uma pessoa: Opinion Box, agosto de 2026. Se você é manicure, é o horário de sábado. Se é tatuador, é o orçamento. Comenta NAVALHA e eu mando a resposta pronta.
"Mensagem automática esfria o paciente." // #publi.
Justo. Menu de digite um esfria mesmo.
Numa quarta de outubro, meio-dia: eu, nutricionista, e a balança ligada.
Consulta remarcada e conversa difícil: isso é gente, é comigo.
Sozinha sai só a resposta do "atendem meu CONVÊNIO?", do meu jeito.
Quatro em cada dez pedem humano ao perceber robô: Opinion Box, agosto de 2026.
Comenta CONVÊNIO que eu mando a minha frase.
Você viu o monte de botão / e fechou. // #publi. Ela fechou três vezes em setembro. Segunda, cinco de outubro, sete e dez, antes de abrir: a veterinária com o estetoscópio no pescoço. A pergunta que mais chega parou a recepção: fazem CASTRAÇÃO, quanto custa a avaliação? Quem ficou sem resposta marcou na clínica de cima. Uma coisa só: escrever essa resposta. Olha ela: fazemos sim, a avaliação vem antes, tenho quinta ou sábado? Salvei. A pergunta chegou oito e dez, meio da manhã, e saiu respondida com ela na cirurgia. Duas coisas ela não faz: pergunta nova e cirurgia marcada. Quem assume sou eu. Na página de planos, em agosto de dois mil e vinte e seis, a entrada tava em cento e quarenta e nove reais por mês no anual. Se você tem barbearia, é o horário do casamento. Se tem autoescola, é a primeira aula. Abre os planos e decide com a garantia de sete dias.
Seu funcionário não vai usar sistema. // #publi. Sexta, treze de novembro, cinco e meia da tarde: você no balcão, o ajudante anotando no bloco de carbono. Quem perguntou piso / foi respondido no dia seguinte. Ele não abre tela: a resposta do tem em ESTOQUE sai sozinha. Sobra a conversa e um botão. O Sebrae mediu em abril de 2026, na Pesquisa Pulso: oitenta e dois por cento vendem pelo WhatsApp. Comenta ESTOQUE que eu mando a resposta e a tela.
Você precisa organizar isso e não sabe por onde começar. // #publi.
Quinta, dez de setembro, sete e meia da noite: a corretora sozinha no carro, diante do prédio da última VISITA.
Ela abriu, olhou os botões e fechou. Terceira vez no mês; visita sem retomada é tarde perdida.
O que destravou ela não foi tutorial.
O começo encolheu pra uma frase, escrita no carro: você visitou o apê, ainda faz sentido?
Metade de quem toca o próprio negócio já usou IA: é do Sebrae, agosto de 2026.
Se você é personal, é a reavaliação. Se é coordenadora, é quem trancou.
A frase da VISITA tá no portal, aberta.
"Automação é coisa de academia grande." // #publi. Por isso você não começa.
Sábado, 28 de novembro, meio-dia: a escola de dança, caixa de som numa mão, lista do ENSAIO.
Faz sentido: quem te vendeu sistema falava de painel e de time.
Aqui é uma mensagem só, a do ensaio da semana, com o nome do aluno.
A Meta contou em junho de 2026: mais de um milhão de negócios já usam robô.
Entra no grupo do ramo mandando ENSAIO.
Ninguém no teu balcão vai abrir sistema nenhum. // #publi. O ramo manda treinar ele. Discordo: bom sistema é o que ele não abre. Quarta, catorze de outubro, oito da manhã: oficina de motos, chave de vela na mão. Ferramenta comprada vira aba fechada. O preço da pastilha de FREIO sai sozinho / e sobra a conversa. A Opinion Box mediu em 2025: sessenta e dois por cento desistiram de uma compra ruim. Manda FREIO no WhatsApp e confere.
O que não fazer na hora de gravar
Antes de gravar, confira a lista abaixo. Ela vale para os roteiros prontos desta página e para tudo o que o bloco de geração escrever, porque é a mesma lista que o motor recebe.
- Não prometa faturamento, número de vendas nem prazo para enriquecer, e não use depoimento de ganho sem documento que o comprove.
- Não diga que a inteligência artificial resolve tudo sozinha, sem esforço, nem que ela substitui a sua equipe.
- Não ataque concorrente e não cite número de concorrente sem dizer a fonte e a data.
- Não cite nome de cliente, de gente da equipe nem de criador parceiro.
- Não transforme a peça em aula nem em auditoria de ferramenta, e nunca termine sem um pedido.
- Não use termo de marketing sem a tradução colada na mesma frase, porque quem assiste rola a tela antes do pedido.
- Não prometa acordar lista parada nem contato antigo: as ações automáticas não saem para cadastro com muitos meses.
Nenhum destes itens é gosto de quem escreve. Cada um está na lista porque uma promessa daquele tipo vira reclamação, estorno ou processo depois que a peça já rodou.
O próximo passo depois de gravar
Publique o vídeo e conte quantas pessoas responderam na primeira semana. Esse número diz se o roteiro serviu ou se vale trocar de situação e gravar outro.
Se ninguém responder, troque a situação antes de trocar o roteiro. Na maior parte das vezes o que não pegou foi a dor escolhida, e não o texto que veio depois dela.
Para entender por que quem faz tudo sozinho trava antes de começar, veja os cenários de cada ramo. Os cartões para imprimir e postar ficam na mesma página.