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Roteiros de teleprompter

Quem faz tudo sozinho

Derrubar o medo de não dar conta, que é o que segura a compra de quem tem uma pessoa só. Vende o primeiro passo e o risco removido, nunca a plataforma inteira. É a categoria que converte quem já quer comprar e está travado.

Estágio de funil e objeções que esta categoria desarma

Estágio de funil: topo e decisão ao mesmo tempo, porque o medo de não dar conta trava nos dois. Objeções que esta categoria desarma: "Não tenho tempo de aprender ferramenta." "Montar isso deve ser complicado." "Meu time não vai usar." "Robô espanta cliente." "Trocar de ferramenta dá trabalho e eu perco tudo."

Roteiros de hoje

De onde vêm estes textos, e o que custa pedir outro

Estes textos foram escritos por modelo de linguagem a partir do briefing desta página, e são trocados ao longo da semana. Mostrar outro puxa do estoque já escrito e conferido, sem custo; escrever com um pedido seu produz um roteiro sob medida e leva perto de um minuto. Copie, leia em voz alta uma vez para conferir o ar, e ajuste as palavras que não são suas.

Corpo 100%
Dizer o que este roteiro precisa ter

Escreva com as suas palavras o que quer acrescentar ou mudar: um segmento, uma objeção específica, um canal de destino, um tom, uma cena que você viveu. O pedido entra no contexto da escrita, e as regras de voz, os vetos e a identificação publicitária continuam valendo por cima dele.

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Carregando roteiros…

Ângulos que esta categoria cobre

Cada roteiro nasce de um destes ângulos. Se um deles descreve algo que você viveu, conte a sua versão em vez de ler a nossa.

  • A primeira coisa a fazer na segunda-feira, uma só, que cabe entre dois atendimentos
  • Robô espanta cliente, e o que separa a mensagem que espanta da que segura
  • O funcionário que não usa sistema nenhum, e a tela única que ele consegue usar
  • Escrever uma mensagem em vez de montar o caminho inteiro de uma vez
  • O primeiro dia dentro da plataforma, quando aparece um monte de botão e dá vontade de fechar
  • Sete dias de garantia com reembolso total, e como usar essa semana para decidir

Para onde mandar quem assistiu

Um pedido por peça. Um pedido por peça. Dois pedidos não se somam, se canibalizam. Adiar é a forma educada de dizer não, e o adiamento nasce de excesso de opção equivalente. O destino padrão é a página de planos com preço aberto.

  • Página de planos com checkout direto. Destino padrão. Sempre que a peça mostrou a dor, o conserto e uma prova de preço, o pedido é a página de planos, sem formulário no meio do caminho. Regra vigente da operação: o lead chega à página de planos sem captura intermediária. Diga o preço de entrada em voz alta com a data da coleta antes de mandar para lá.
  • WhatsApp comercial. Quando você quer a objeção nas palavras da pessoa, ou quando o pedido é um dado pequeno que ela responde em uma linha, como o número de mensagens não respondidas na semana. O número entra pelo criador via link nominal fornecido pela agência. Não publique número na peça. Exige que exista alguém atendendo no horário em que a mensagem dispara.
  • Cupom nominal do criador. Sempre que houver cupom ativo. É o instrumento primário de atribuição, porque sobrevive a checkout externo e a pixel instável, e ainda funciona como razão para agir hoje. O cupom é dito em voz alta e aparece na tela. Nunca fica só na bio. Cupom é mecanismo remunerado por resultado e por isso a peça é publicidade identificada.
  • Grupo de WhatsApp da comunidade. Quando a pessoa reconheceu a dor mas ainda não está pronta para preço, e o passo pequeno é entrar num lugar onde ela vê outros negócios do mesmo tamanho. Link nominal por criador, para a entrada ser atribuível. Diga a frequência das mensagens e como sair, porque isso derruba o medo de spam.
  • Material público do portal Leadlovers 2026. Exceção, não regra. Só quando a peça é de topo puro e pedir preço seria cedo demais. Abre sem cadastro e sem senha. Mesmo aqui, o roteiro não conta o que tem lá dentro nem cita aula, episódio ou e-book. Ele oferece o material como próximo passo e pronto.

O que reprova a peça

16 vetos

Cada linha abaixo tem um motivo registrado, e o motivo importa mais que a regra: quem entende por que a proibição existe erra menos nas bordas.

  • Proibido dizer ou sugerir e-mail ilimitado, disparo ilimitado ou envio sem limite. A política de teto por plano está em deliberação. Não se anuncia o que está em deliberação. E o argumento nem diferencia, porque o concorrente direto anuncia disparo ilimitado em todos os planos.
  • Proibido apresentar a agente de IA da leadlovers como recurso disponível ou contratável. Está em piloto. E existe guardrail de transparência: cliente que descobre estar falando com IA sem ter sido avisado cancela.
  • Proibido qualquer número interno da operação: receita, ticket, custo de aquisição, retorno sobre anúncio, base de clientes, verba, volume de chamados, metas. Nada disso é público e parte está sob revisão de medição.
  • Proibido prometer qualidade de suporte, tempo de resposta ou acordo de nível de serviço. É a fraqueza mais sensível da operação e ainda não foi resolvida. Promessa aqui vira reclamação pública.
  • Proibido mencionar selo RA1000. Não existe. Apareceu como erro factual de um motor de IA e foi registrado como alucinação.
  • Proibida qualquer promessa de resultado, faturamento, número de vendas ou prazo para enriquecer. Proibido depoimento de ganho sem comprovação documental. O CONAR já sustou peças de infoproduto por promessa de resultado, e decidiu que ressalva no vídeo não descaracteriza o tom predominante. O ônus da prova é do anunciante pelo artigo 38 do Código de Defesa do Consumidor.
  • Proibido IA cem por cento autônoma, sem esforço, substitui sua equipe, IA mágica. Banido por escrito da comunicação, como blindagem contra propaganda enganosa de automação.
  • Proibido depreciar concorrente ou citar número de concorrente sem fonte datada. Comparativo honesto é a alavanca. Ataque não é.
  • Proibido citar nome de pessoa da equipe, de cliente ou de criador parceiro. Política de confidencialidade da operação.
  • Proibido divulgar link de teste gratuito. O link da conta de teste é criado internamente pelo comercial e nunca vai ao público.
  • Proibido roteiro que dê aula, ensine método em passos, faça auditoria de ferramenta ou termine sem um pedido. Proibido citar aula, episódio, número de aula, e-book ou qualquer material do portal educacional como assunto da peça. Esta base gera criativo de venda para alimentar rede social e anúncio. O portal educacional é contexto interno de como a operação trabalha, e roteiro que herda a voz de professor não vende, não captura e não ganha do criativo do concorrente.
  • Proibido usar lead, CRM, funil, nutrição, taxa de conversão, disparo, landing page, persona, jornada, ROI ou sigla de marketing sem tradução colada na mesma frase. Quem assiste é dono de salão, de oficina, de clínica, de loja, começando agora no marketing digital. Termo técnico sem tradução faz a pessoa rolar a tela antes do pedido.
  • Proibido prometer reativar base antiga, lista parada ou contato esquecido. As ações automatizadas e o pixel externo não rodam para lead cadastrado há oito meses ou mais, e a data de corte precisa ser consultada no suporte. Fonte: central de ajuda oficial, artigo de ações automatizadas, 2026-08-07. Peça que vende reativação de base antiga promete exatamente o que a documentação exclui.
  • Proibido prometer recuperação de carrinho abandonado como se valesse para qualquer checkout. A documentação lista carrinho abandonado só para Hotmart, PayT e Doppus. Fonte: central de ajuda oficial, artigo de ações automatizadas por integração de pagamento, 2026-08-07. Prometer para outro processador contraria a própria documentação e vira reclamação de quem contratou por isso.
  • Proibido apresentar inteligência artificial da plataforma como algo além de ajudar a escrever e-mail. O único recurso de IA documentado é a geração assistida de texto de e-mail, e o próprio artigo trata o resultado como ponto de partida. Fonte: central de ajuda oficial, artigo de newsletter com IA, 2026-08-07. Nada publicado sustenta IA que qualifica, atende sozinha ou monta funil.
  • Proibido prometer que a entrega de e-mail depende só de quem envia. O lead que não interage com os últimos dezesseis e-mails enviados por qualquer usuário do sistema entra em blacklist e deixa de receber e-mail de qualquer conta. Fonte: central de ajuda oficial, artigo de leads em blacklist, 2026-08-07. É política de plataforma, não da conta do cliente, e peça que ignora isso promete controle que ninguém tem.

Identificação de publicidade, obrigatória em toda peça

14 regras · obrigatória

O Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária exige o que está abaixo, e a exigência já sustentou sustação de peças no mesmo nicho de infoproduto. Nada aqui é escolha editorial da casa.

O que vale como identificação

  • Aceitas: #publi, #publicidade, funcionalidade nativa de parceria paga da plataforma.
  • Contextuais, use com cautela: #ad, #adv, #embaixador. Termo estrangeiro pode não ser considerado compreensível.
  • Permuta sem compromisso: #recebido, #conviteDeMarca.
  • Onde: De forma imediata e visível, preferivelmente na primeira tela, sem exigir qualquer ação do usuário como rolagem, busca ou clique em mais conteúdo.
  • Em vídeo: Dentro do vídeo, por texto e por áudio, no início ou no momento do endosso. Em conteúdo predominantemente visual, identificação apenas em áudio pode não ser suficiente.
  • Em vídeo curto e Stories: Em Stories e vídeo curto, a identificação fica fixa e legível durante toda a exibição, em nítido contraste com o fundo.
  • Post colaborativo: A mera presença de hashtag da marca ou o uso de post colaborativo pode não ser suficiente por si só.
  • Link comissionado e cupom: Link comissionado, cupom e qualquer mecanismo rastreável remunerado por resultado são publicidade e exigem identificação.
  • Repostagem no canal da marca: Peça de criador republicada no canal da marca vira divulgação de primeira parte e passa a responder pelas regras de publicidade.

Regras de plataforma, que são separadas do CONAR

  • TikTok: Branded Content Policy efetiva em 31 de agosto de 2026 exige o toggle de conteúdo comercial para link comissionado, cupom e relação de embaixador. O produto promovido precisa ficar claro sem exigir que a pessoa acesse o perfil ou qualquer link, o que inviabiliza o padrão link na bio. Serviços financeiros e esquemas de enriquecimento rápido são indústria proibida.
  • Meta: Conteúdo de marca só pela ferramenta oficial, com rótulo de parceria paga em Feed, Stories, Live e Reels, e só funciona no aplicativo móvel. O criador não pode receber para postar peça em que não apareça ou que não ajudou a criar. Nada de cartela de título nos três primeiros segundos.
  • YouTube: Marcar a caixa de promoção paga, inclusive em Shorts. A caixa cumpre a regra do YouTube e não substitui a identificação exigida pela lei brasileira.
  • LinkedIn: Rótulo de parceria obrigatório inclusive quando a contrapartida é produto gratuito. Anúncio de afiliado é proibido no LinkedIn Ads.
  • Rótulo de conteúdo feito com IA: Não existe no Brasil obrigação legal nem autorregulatória de rotular criativo feito com IA. A exigência é de plataforma: Meta e TikTok pedem autodeclaração para cena ou pessoa realista sintética; o YouTube não exige para roteiro escrito com IA, correção de cor ou clonagem da própria voz.

Governança conta a favor: Treinar parceiros, monitorar postagens e fazer curadoria na contratação são reconhecidos como diligência e modulam a pena.

Como entregar sem soar lido

6 regras de entrega

Quem lê fala mais rápido que quem conversa, respira em intervalos previsíveis e nunca desvia o olhar, porque nunca precisa planejar a frase seguinte. O espectador percebe esse excesso de regularidade sem conseguir nomear, e é ele que entrega o prompter.

As seis regras que resolvem

  • Pausa vale mais que ênfase. Pausa silenciosa deliberada imediatamente antes da palavra-chave entrega quase o mesmo ganho de memória que uma hesitação falada, sem o custo de credibilidade. Use // antes do termo que precisa grudar.
  • Olhar. Ler, erguer o olhar, entregar a frase. O desvio de olhar entre blocos é o que faz a fala parecer pensada. Prompter logo abaixo da lente é o arranjo ótimo, não um mal necessário.
  • Gesto. O gesto vem junto ou pouco antes da sílaba forte, nunca depois. Gesticular reagindo ao que acabou de ler produz gesto atrasado e incongruência.
  • Frase. Frase de oito a quinze palavras. As três primeiras frases do roteiro somam menos de vinte palavras juntas. Contração sempre: tá, pra, né. Número por extenso.
  • Cadência. Calibre por sílabas, não por palavras por minuto importadas do inglês. Português falado roda em torno de 170 a 200 sílabas por minuto em entrega natural, e a régua desta base é 185.
  • Legenda. Legenda queimada obrigatória. A identificação de publicidade fica fixa e legível durante toda a exibição.

A marcação que vem nas caixas: / é onde você respira, // é pausa de ritmo, e o negrito marca a palavra que carrega o sentido. Duração alvo entre 110 e 220 segundos, sendo que 45 a 60 segundos segue sendo o ponto ótimo de conversão medido em Reels para peça sem história, e as janelas desta base já foram desse tamanho. Por decisão de escopo de 07/08/2026, as faixas dobraram: a peça agora tem tempo de desenvolver a história inteira, com começo, virada, fecho e a ponte que atravessa o ofício, e a faixa de cada peça vem do formato dela, de 110 a 220 segundos. Escrever curto demais aqui não é disciplina, é peça sem desenvolvimento.

Voltar ao briefing das quatro categoriasAs provas com data, a regra de cada categoria e a lógica de escolha entre elas ficam no briefing aberto.