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Roteiros de teleprompter

Quem já comprou e não voltou

Vender lista própria e recompra, que é a venda mais barata que um negócio pequeno tem. Ataca a mania de só caçar cliente novo e transforma quem já pagou uma vez em receita previsível.

Estágio de funil e objeções que esta categoria desarma

Estágio de funil: meio e fundo, para quem já vende e não repete. Objeções que esta categoria desarma: "Já paguei anúncio e não deu em nada." "Isso aí é coisa de empresa grande." "Mensagem automática esfria a relação com o cliente." "Montar isso deve ser complicado."

Roteiros de hoje

De onde vêm estes textos, e o que custa pedir outro

Estes textos foram escritos por modelo de linguagem a partir do briefing desta página, e são trocados ao longo da semana. Mostrar outro puxa do estoque já escrito e conferido, sem custo; escrever com um pedido seu produz um roteiro sob medida e leva perto de um minuto. Copie, leia em voz alta uma vez para conferir o ar, e ajuste as palavras que não são suas.

Corpo 100%
Dizer o que este roteiro precisa ter

Escreva com as suas palavras o que quer acrescentar ou mudar: um segmento, uma objeção específica, um canal de destino, um tom, uma cena que você viveu. O pedido entra no contexto da escrita, e as regras de voz, os vetos e a identificação publicitária continuam valendo por cima dele.

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Ângulos que esta categoria cobre

Cada roteiro nasce de um destes ângulos. Se um deles descreve algo que você viveu, conte a sua versão em vez de ler a nossa.

  • Contar quantos clientes vieram uma vez em janeiro e nunca mais voltaram
  • A mensagem com o nome certo e a hora certa que traz a cliente de volta à cadeira
  • Quem comprou pelo aplicativo é cliente do aplicativo, e como pegar esse nome de volta
  • Quem foi pagar e travou na tela do pagamento, e a mensagem que sai duas horas depois
  • A data que ninguém usa: o dia em que a pessoa comprou pela primeira vez
  • O cupom no rodapé da caixa, do saco ou da nota, que vira uma lista sua

Para onde mandar quem assistiu

Um pedido por peça. Um pedido por peça. Dois pedidos não se somam, se canibalizam. Adiar é a forma educada de dizer não, e o adiamento nasce de excesso de opção equivalente. O destino padrão é a página de planos com preço aberto.

  • Página de planos com checkout direto. Destino padrão. Sempre que a peça mostrou a dor, o conserto e uma prova de preço, o pedido é a página de planos, sem formulário no meio do caminho. Regra vigente da operação: o lead chega à página de planos sem captura intermediária. Diga o preço de entrada em voz alta com a data da coleta antes de mandar para lá.
  • WhatsApp comercial. Quando você quer a objeção nas palavras da pessoa, ou quando o pedido é um dado pequeno que ela responde em uma linha, como o número de mensagens não respondidas na semana. O número entra pelo criador via link nominal fornecido pela agência. Não publique número na peça. Exige que exista alguém atendendo no horário em que a mensagem dispara.
  • Cupom nominal do criador. Sempre que houver cupom ativo. É o instrumento primário de atribuição, porque sobrevive a checkout externo e a pixel instável, e ainda funciona como razão para agir hoje. O cupom é dito em voz alta e aparece na tela. Nunca fica só na bio. Cupom é mecanismo remunerado por resultado e por isso a peça é publicidade identificada.
  • Grupo de WhatsApp da comunidade. Quando a pessoa reconheceu a dor mas ainda não está pronta para preço, e o passo pequeno é entrar num lugar onde ela vê outros negócios do mesmo tamanho. Link nominal por criador, para a entrada ser atribuível. Diga a frequência das mensagens e como sair, porque isso derruba o medo de spam.
  • Material público do portal Leadlovers 2026. Exceção, não regra. Só quando a peça é de topo puro e pedir preço seria cedo demais. Abre sem cadastro e sem senha. Mesmo aqui, o roteiro não conta o que tem lá dentro nem cita aula, episódio ou e-book. Ele oferece o material como próximo passo e pronto.

O que reprova a peça

16 vetos

Cada linha abaixo tem um motivo registrado, e o motivo importa mais que a regra: quem entende por que a proibição existe erra menos nas bordas.

  • Proibido dizer ou sugerir e-mail ilimitado, disparo ilimitado ou envio sem limite. A política de teto por plano está em deliberação. Não se anuncia o que está em deliberação. E o argumento nem diferencia, porque o concorrente direto anuncia disparo ilimitado em todos os planos.
  • Proibido apresentar a agente de IA da leadlovers como recurso disponível ou contratável. Está em piloto. E existe guardrail de transparência: cliente que descobre estar falando com IA sem ter sido avisado cancela.
  • Proibido qualquer número interno da operação: receita, ticket, custo de aquisição, retorno sobre anúncio, base de clientes, verba, volume de chamados, metas. Nada disso é público e parte está sob revisão de medição.
  • Proibido prometer qualidade de suporte, tempo de resposta ou acordo de nível de serviço. É a fraqueza mais sensível da operação e ainda não foi resolvida. Promessa aqui vira reclamação pública.
  • Proibido mencionar selo RA1000. Não existe. Apareceu como erro factual de um motor de IA e foi registrado como alucinação.
  • Proibida qualquer promessa de resultado, faturamento, número de vendas ou prazo para enriquecer. Proibido depoimento de ganho sem comprovação documental. O CONAR já sustou peças de infoproduto por promessa de resultado, e decidiu que ressalva no vídeo não descaracteriza o tom predominante. O ônus da prova é do anunciante pelo artigo 38 do Código de Defesa do Consumidor.
  • Proibido IA cem por cento autônoma, sem esforço, substitui sua equipe, IA mágica. Banido por escrito da comunicação, como blindagem contra propaganda enganosa de automação.
  • Proibido depreciar concorrente ou citar número de concorrente sem fonte datada. Comparativo honesto é a alavanca. Ataque não é.
  • Proibido citar nome de pessoa da equipe, de cliente ou de criador parceiro. Política de confidencialidade da operação.
  • Proibido divulgar link de teste gratuito. O link da conta de teste é criado internamente pelo comercial e nunca vai ao público.
  • Proibido roteiro que dê aula, ensine método em passos, faça auditoria de ferramenta ou termine sem um pedido. Proibido citar aula, episódio, número de aula, e-book ou qualquer material do portal educacional como assunto da peça. Esta base gera criativo de venda para alimentar rede social e anúncio. O portal educacional é contexto interno de como a operação trabalha, e roteiro que herda a voz de professor não vende, não captura e não ganha do criativo do concorrente.
  • Proibido usar lead, CRM, funil, nutrição, taxa de conversão, disparo, landing page, persona, jornada, ROI ou sigla de marketing sem tradução colada na mesma frase. Quem assiste é dono de salão, de oficina, de clínica, de loja, começando agora no marketing digital. Termo técnico sem tradução faz a pessoa rolar a tela antes do pedido.
  • Proibido prometer reativar base antiga, lista parada ou contato esquecido. As ações automatizadas e o pixel externo não rodam para lead cadastrado há oito meses ou mais, e a data de corte precisa ser consultada no suporte. Fonte: central de ajuda oficial, artigo de ações automatizadas, 2026-08-07. Peça que vende reativação de base antiga promete exatamente o que a documentação exclui.
  • Proibido prometer recuperação de carrinho abandonado como se valesse para qualquer checkout. A documentação lista carrinho abandonado só para Hotmart, PayT e Doppus. Fonte: central de ajuda oficial, artigo de ações automatizadas por integração de pagamento, 2026-08-07. Prometer para outro processador contraria a própria documentação e vira reclamação de quem contratou por isso.
  • Proibido apresentar inteligência artificial da plataforma como algo além de ajudar a escrever e-mail. O único recurso de IA documentado é a geração assistida de texto de e-mail, e o próprio artigo trata o resultado como ponto de partida. Fonte: central de ajuda oficial, artigo de newsletter com IA, 2026-08-07. Nada publicado sustenta IA que qualifica, atende sozinha ou monta funil.
  • Proibido prometer que a entrega de e-mail depende só de quem envia. O lead que não interage com os últimos dezesseis e-mails enviados por qualquer usuário do sistema entra em blacklist e deixa de receber e-mail de qualquer conta. Fonte: central de ajuda oficial, artigo de leads em blacklist, 2026-08-07. É política de plataforma, não da conta do cliente, e peça que ignora isso promete controle que ninguém tem.

Identificação de publicidade, obrigatória em toda peça

14 regras · obrigatória

O Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária exige o que está abaixo, e a exigência já sustentou sustação de peças no mesmo nicho de infoproduto. Nada aqui é escolha editorial da casa.

O que vale como identificação

  • Aceitas: #publi, #publicidade, funcionalidade nativa de parceria paga da plataforma.
  • Contextuais, use com cautela: #ad, #adv, #embaixador. Termo estrangeiro pode não ser considerado compreensível.
  • Permuta sem compromisso: #recebido, #conviteDeMarca.
  • Onde: De forma imediata e visível, preferivelmente na primeira tela, sem exigir qualquer ação do usuário como rolagem, busca ou clique em mais conteúdo.
  • Em vídeo: Dentro do vídeo, por texto e por áudio, no início ou no momento do endosso. Em conteúdo predominantemente visual, identificação apenas em áudio pode não ser suficiente.
  • Em vídeo curto e Stories: Em Stories e vídeo curto, a identificação fica fixa e legível durante toda a exibição, em nítido contraste com o fundo.
  • Post colaborativo: A mera presença de hashtag da marca ou o uso de post colaborativo pode não ser suficiente por si só.
  • Link comissionado e cupom: Link comissionado, cupom e qualquer mecanismo rastreável remunerado por resultado são publicidade e exigem identificação.
  • Repostagem no canal da marca: Peça de criador republicada no canal da marca vira divulgação de primeira parte e passa a responder pelas regras de publicidade.

Regras de plataforma, que são separadas do CONAR

  • TikTok: Branded Content Policy efetiva em 31 de agosto de 2026 exige o toggle de conteúdo comercial para link comissionado, cupom e relação de embaixador. O produto promovido precisa ficar claro sem exigir que a pessoa acesse o perfil ou qualquer link, o que inviabiliza o padrão link na bio. Serviços financeiros e esquemas de enriquecimento rápido são indústria proibida.
  • Meta: Conteúdo de marca só pela ferramenta oficial, com rótulo de parceria paga em Feed, Stories, Live e Reels, e só funciona no aplicativo móvel. O criador não pode receber para postar peça em que não apareça ou que não ajudou a criar. Nada de cartela de título nos três primeiros segundos.
  • YouTube: Marcar a caixa de promoção paga, inclusive em Shorts. A caixa cumpre a regra do YouTube e não substitui a identificação exigida pela lei brasileira.
  • LinkedIn: Rótulo de parceria obrigatório inclusive quando a contrapartida é produto gratuito. Anúncio de afiliado é proibido no LinkedIn Ads.
  • Rótulo de conteúdo feito com IA: Não existe no Brasil obrigação legal nem autorregulatória de rotular criativo feito com IA. A exigência é de plataforma: Meta e TikTok pedem autodeclaração para cena ou pessoa realista sintética; o YouTube não exige para roteiro escrito com IA, correção de cor ou clonagem da própria voz.

Governança conta a favor: Treinar parceiros, monitorar postagens e fazer curadoria na contratação são reconhecidos como diligência e modulam a pena.

Como entregar sem soar lido

6 regras de entrega

Quem lê fala mais rápido que quem conversa, respira em intervalos previsíveis e nunca desvia o olhar, porque nunca precisa planejar a frase seguinte. O espectador percebe esse excesso de regularidade sem conseguir nomear, e é ele que entrega o prompter.

As seis regras que resolvem

  • Pausa vale mais que ênfase. Pausa silenciosa deliberada imediatamente antes da palavra-chave entrega quase o mesmo ganho de memória que uma hesitação falada, sem o custo de credibilidade. Use // antes do termo que precisa grudar.
  • Olhar. Ler, erguer o olhar, entregar a frase. O desvio de olhar entre blocos é o que faz a fala parecer pensada. Prompter logo abaixo da lente é o arranjo ótimo, não um mal necessário.
  • Gesto. O gesto vem junto ou pouco antes da sílaba forte, nunca depois. Gesticular reagindo ao que acabou de ler produz gesto atrasado e incongruência.
  • Frase. Frase de oito a quinze palavras. As três primeiras frases do roteiro somam menos de vinte palavras juntas. Contração sempre: tá, pra, né. Número por extenso.
  • Cadência. Calibre por sílabas, não por palavras por minuto importadas do inglês. Português falado roda em torno de 170 a 200 sílabas por minuto em entrega natural, e a régua desta base é 185.
  • Legenda. Legenda queimada obrigatória. A identificação de publicidade fica fixa e legível durante toda a exibição.

A marcação que vem nas caixas: / é onde você respira, // é pausa de ritmo, e o negrito marca a palavra que carrega o sentido. Duração alvo entre 110 e 220 segundos, sendo que 45 a 60 segundos segue sendo o ponto ótimo de conversão medido em Reels para peça sem história, e as janelas desta base já foram desse tamanho. Por decisão de escopo de 07/08/2026, as faixas dobraram: a peça agora tem tempo de desenvolver a história inteira, com começo, virada, fecho e a ponte que atravessa o ofício, e a faixa de cada peça vem do formato dela, de 110 a 220 segundos. Escrever curto demais aqui não é disciplina, é peça sem desenvolvimento.

Voltar ao briefing das quatro categoriasAs provas com data, a regra de cada categoria e a lógica de escolha entre elas ficam no briefing aberto.