Unbox Capital · Letramento de uma tese de growth equity brasileira

Sete anos depois da fundação em 2018, a casa de Patricia Moraes e Luiza Helena Trajano sustenta cinco apostas concentradas e uma regra inegociável: nada de varejo.

A Unbox Capital administra cerca de R$ 550 milhões em ativos, opera no estágio Series B e C com tickets entre US$ 5 milhões e US$ 40 milhões e mantém um portfólio enxuto de cinco empresas. A combinação não é acidente. Patricia Moraes, founding partner e managing director com 22 anos de carreira no J.P. Morgan, escolheu uma estrutura deal-by-deal em vez do blind pool tradicional para preservar disciplina de capital e governança hands-on em cada aporte.

O resultado, em maio de 2026, é uma das poucas casas brasileiras de growth equity que combina dois traços raros no mercado local: capital ancorado em família empresária consolidada e veto explícito a teses adjacentes ao varejo. A página a seguir destrincha a tese, o time, o portfólio, o processo de investimento e o que founders Series B e C precisam preparar antes da primeira conversa.

R$ 550 mi
AUM estimado
5
Empresas no portfólio
2018
Ano de fundação
Series B/C
Estágio de aporte
US$ 5–40 mi
Faixa de ticket
Em credenciamento
CVM e ANBIMA

Firme no propósito, plástico na ação.

Patricia Moraes, founding partner e managing director da Unbox Capital, em entrevista à BizNews (2025)

O que você vai encontrar nesta página

  1. Capa. Sumário executivo em um minuto: AUM, portfólio, status regulatório e tese central.
  2. A Unbox. Origem, sócios, estrutura deal-by-deal e diferença em relação a blind pools e investidor anjo.
  3. Portfólio. Cinco empresas, cinco teses: Alloha Fibra, Incognia, Rock Content, Solinftec e FlorMel.
  4. Para founders. Os oito sinais que a Unbox observa em Series B e C, processo em quatro etapas e métricas críticas.
  5. Tese macro. Por que founders brasileiros com ambição global são a janela de oportunidade da década.
  6. Governança hands-on. Como a casa opera com board, comitês e participação ativa nas investidas.
  7. Status regulatório. CVM, ANBIMA e o que significa estar em credenciamento.
  8. Conexão Brasil GEO. Por que letramento institucional importa para uma gestora brasileira com tese internacional.